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UMA FERRAMENTA SURPREENDENTE PARA APRENDER A FÍSICA

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Saiba como melhorar seus estudos de física com a Webquest

As tecnologias mostram-se cada vez mais presentes em nossas rotinas, inclusive nas salas de aulas. Contudo, conforme se aumenta o acesso à informação, surge também um novo desafio para professores e estudantes na construção e desenvolvimento do saber, aliando uma maior autonomia a uma visão analítica de mundo, que ao mesmo tempo estimule a criatividade. Nesse sentido, a utilização de novas metodologias como a “Webquest” viabiliza todo o processo e garante a aprendizagem da física nas escolas. A seguir, separamos alguns pontos sobre como essa ferramenta vem mudando a forma de ensinar e dominar conceitos químicos. Confira!

Conhecendo a Webquest
A palavra Webquest vem do inglês e quer dizer “pesquisa, jornada na rede”. Essa é uma metodologia de pesquisa voltada ao uso da internet para fins didáticos. Praticamente todas as ferramentas de pesquisa utilizadas provém da rede ou web. Logo, torna-se possível trabalhar os mais variados temas em sala de aula através de informações atuais e contextualizadas, despertando rapidamente o interesse dos alunos e gerando mais conhecimento. Com base teórica construtivista, os estudantes são estimulados não só a reter informações, mas também a compreendê-las e transforma-las, que é um excelente facilitador na hora de dominar os inúmeros elementos químicos da tabela periódica, suas especificações e origem. A procura de professores de física? Confira preply.com/pt/skype/professores–fisica.

Estruturando os estudos com ajuda da Webquest
A internet oferece um mar de informações. Navegar sem objetivos pré-determinados, então, pode trazer mais dúvidas do que respostas. Logo, sugere-se estruturar os estudos antes de partir para temas mais complexos como reações físicas, por exemplo. Normalmente, a técnica utilizada por professores e alunos é bem simples, compõe-se de uma breve introdução, de uma tarefa e orientação sobre o processo. Nos primeiros momentos, é necessário identificar os objetivos da pesquisa. Eles podem ser, por exemplo, encontrar vídeos on-line ou sites especializados na utilização de um determinado elemento químico e descobrir quais são suas principais características, seu uso e consequência ambiental. Tendo em mente o foco de sua pesquisa, o aluno passa para a elaboração conjunta das etapas do processo, incluindo maneiras de facilitar e simplificar a tarefa proposta. Tendo chegado a uma conclusão sobre o tema, ou seja, respondido as perguntas iniciais da tarefa, é possível resumi-la e discuti-la para que, assim, possa haver uma reflexão sobre os efeitos do que foi estudado.

Através da utilização dessa ferramenta, o estudante não só aprenderá física junto com outros colegas, como também terá propriedade sobre os mais diferentes aspectos da matéria física, o que vem a garantir melhores notas e posicionamentos embasados mais a frente e fora dos limites da escola.

QUAL A CONCLUSÃO DA GREVE GERAL?

Milhões de pessoas foram as ruas nesta sexta-feira (28) depois das centrais sindicais convocarem os trabalhadores para uma Greve Geral contra as reformas propostas pelo governo Temer. Mas de fato, qual a conclusão que podemos tirar dessas manifestações que ocorreram em todo o país? A população de fato aderiu a tal Greve Geral ou talvez ela tenha sido ‘forçada’ a isso?

Em todos os estados muitos trabalhadores não tiveram opção por conta da falta de transporte ou das barricadas, outros foram impedidos de trabalhar por conta da insegurança generalizada. As paralisações orquestradas pelos sindicatos ocorreram em praticamente todos os setores, a exemplo dos bancos e transportes públicos, e tiveram a importante contribuição de movimentos populares, estudantis e indígenas, mas não foi unânime.

Em muitas cidades, comerciantes foram obrigados a fechar as portas. No entanto, deve-se considerar que a maioria deles não se mostraram “simpáticos” às reivindicações. Entre os patrões, muitos até apoiam as reformas. Talvez, deveria pesar o bom senso. O direito a greve é constitucional.

Já os trabalhadores, de fato, ficaram divididos entre ‘vestirem a camisa do inconformismo’ ou simplesmente assistirem de camarote ao circo pegar fogo. Muitos temiam serem prejudicados em seus empregos.

É verdade que ter como pano de fundo a participação de sindicatos afugenta boa parte daqueles que não concordam com as mudanças que virão a ser promovidas com as tais reformas. Os que se opuseram a Greve, alegaram que tudo não passou de ‘baderna organizada por sindicalistas’, que não aceitam o fim da contribuição sindical obrigatória, um dos pontos da reforma trabalhista. Com relação a cobrança ou não do imposto é necessário debate.

Mas o fato é que isso não descaracteriza a Greve e a luta dos trabalhadores e das minorias contra o projeto de lei do governo, que altera mais de cem pontos da CLT – CLT. Não bastasse a impopularidade e insatisfação em relação à classe política, o governo tenta impor reformas controversas, ignorando os anseios da grande maioria da população.

O movimento de ontem não teve a adesão esperada. Infelizmente, o que ficou marcado e o que mais repercutiu na mídia foram os piquetes, bloqueios de ruas e avenidas e os atos de vandalismo, que na maioria das vezes terminam em violência. Por outro lado, a população critica as reformas, mas não faz nada concreto para mostrar sua insatisfação e ficam à mercê dos políticos corruptos. Enquanto isso o governo, que tentou desmerecer o movimento de ontem, aos trancos e barrancos, vai conseguindo empurrar suas medidas goela abaixo de todos brasileiros.

MUITA FOLIA E POUCO FUTEBOL

kakaJosé Carlos Peixoto

Atualmente, os atletas até que conseguem alcançar boas notas no quesito do profissionalismo. Mas quando está em julgamento a qualidade técnica e outros atributos do gênero, nossos atletas com raríssimas exceções, não desfilam no sambódromo do futebol como os craques de outrora e no máximo ficariam no 2º grupo.

Nem bem os campeonatos estaduais começaram a esquentar e quem já está em alta temperatura são os foliões que esquentam suas batucadas e tamborins nas inúmeras escolas de sambas e grupos carnavalescos espalhados pelo país.

E por falar em quentura, nesse aspecto, o campeonato Carioca foi convincente durante o jogo do Flamengo contra o Macaé pela 2ª rodada, os refletores pegaram fogo de verdade e por sorte não causou danos a nenhum torcedor, apenas aumentou a desconfiança dos críticos contumazes à sua organização.

E nesse quesito organizacional, seu maior concorrente, o campeonato Paulista, consegue passar para o torcedor mais atento, lampejos de evolução. Sem falar que na parte técnica, os paulistas vem de há muito tempo superando os cariocas.

Resta ao Cariocão o título de “mais charmoso do Brasil”, que na realidade se sustenta pelo paixão de saudosos torcedores, como eu, que ainda buscam nas poucas jogadas de hoje em dia, viajar a um passado de ídolos e glórias que resiste ao tempo.

Jogadas como a “caneta” de Marco Junior, jogador do Bonsucesso, em cima de Pierre do Fluminense, baiano de Itororó, na vitória de 4 X 0 do tricolor pela 2ª rodada do carioca. Uma pintura de jogada que mereceu dos telespectadores do Sportv, o título de a “mais abusada” na última rodada dos estaduais.

Nasci em junho de 1958, ano em que o Brasil iniciava a epopéia de seu primeiro título mundial na Suécia e começava a surgir um garoto apelidado de Pelé, que deslumbraria o mundo do futebol, se tornando o seu maior mito de todos os tempos.

Recordo tudo isso, para evidenciar que acompanhei uma geração de grandes talentos do futebol que não tinham nenhum pudor em cair na folia durante os festejos carnavalescos. Mas, se faltava profissionalismo aos atletas dessa época, sobrava qualidade no futebol por eles praticado.

Atualmente, os atletas até que conseguem alcançar boas notas no quesito do profissionalismo. Mas quando está em julgamento a qualidade técnica e outros atributos do gênero, nossos atletas com raríssimas exceções, não desfilam no sambódromo do futebol como os craques de outrora e no máximo ficariam no 2º grupo.

Portanto, vamos aguardar esperançosos, que após silenciar os batuques do carnaval, nossos atletas possam colocar seus blocos nas ruas e desfilar “canetas” e “banhos de cuia” estádios a fora. O torcedor brasileiro ansioso por bons espetáculos agradece.

José Carlos Peixoto é jornalista e comentarista esportivo do Programa diário TVI Esportes.

A UFSB E OS COMPLEXOS INTEGRADOS DE EDUCAÇÃO

Álamo PimentelÁlamo Pimentel *

A integração dos Sistemas de Ensino no Brasil constitui um dos mais importantes desafios para as políticas educacionais nacionais nos últimos anos. É preciso superar os obstáculos que hoje separam as esferas municipal, estadual e federal e geram desigualdades nos processos e estruturas de gestão na educação pública.

A Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB, em cooperação com a Secretaria Estadual de Educação, adianta-se no cumprimento desta importante missão histórica e inicia neste fevereiro de 2016 a implantação dos Complexos Integrados de Educação (CIEs) da rede estadual de ensino médio do Sul da Bahia.

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CORINTHIANS: UMA CONQUISTA MANCHADA DE VIRTUDES!

kakaAo conquistar na ultima quinta-feira o título de Campeão Brasileiro de 2015 com três rodadas de antecedência, o Corinthians conseguiu calar quase todos seus críticos mais ferrenhos que creditavam suas vitórias a favorecimento das arbitragens.

Falei quase todos porque Levir Culp, técnico do Atlético Mineiro parece não ter se rendido ao futebol eficiente e coordenado do Timão e foi novamente muito ácido quando indagado durante entrevista coletiva, após a derrota do seu time para o São Paulo, se manteria a mesma opinião emitida meses atrás de que o campeonato estaria manchado pelos erros das arbitragens e em grande parte favoravéis ao alvi-negro paulista.

O técnico Levi Culp perdeu uma grande oportunidade de reconhecer públicamente, e sem ressalvas, o melhor futebol do Campeão brasileiro, até mesmo porque no confronto direto com os comandados de Tite, ele perdeu as duas partidas.

Eficiência, precisão, objetividade e organização tática, essas foram algumas das marcas que “mancharam” o futebol praticado pelo Timão do Parque São Jorge, sem contar a entrega dos jogadores em todos os lances disputados.

Tudo isso sobre a batuta do competente Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, que, após uma primeira passagem vitoriosa pelo timão, quando experimentou um pequeno desgaste ao final do contratro, retorna renovado após estagio pela Europa. Mas para Tite dedicaremos um outro artigo, merecidamente, pois seu trabalho atualmente alcançou uma quase unanimidade nos meios esportivos. Quase, pois estou considerando a opinião do técnico do Galo Mineiro que é uma voz destoante do geral.

Motivados pelo seu comandante, jogadores que chegaram carregados de problemas se somaram a um elenco que se ressentia da saída de peças importantes e conseguiram se transformar nesse conjunto vistoso e produtivo. Vagner Love antes contestado, fez o Gol que sacramentou o título e se firma como um dos artilheiros do campeonato. Jadson com dificuldade para mostrar seu bom futebol e Renato Augusto as voltas com inúmeras contusões terminam como destaques desta engrenagem Corintiana. Sem falar no Primoroso Elias, jogador que traduz o que se espera de um jogador moderno e da segurança do Zagueiro Gil.

E Tite ainda tem o mérito de incorporar a esse elenco vitorioso, jovens promessas como os garotos Malcom e Guilherme Arana, e ainda Lucca, um jogador que ressurge no cenário do futebol brasileiro depois de algumas contusões e um início promissor no Criciúma.

Pode não ser um futebol maravilhoso, mas o Corinthians que chegou ao título após o empate com o Vasco em São Januário, é um time que alterna bons momentos técnicos com um equilibrio em todos os seus compartimentos, os números não desmentem essa análise, melhor ataque com 64 gols e a defesa menos vazada com 27 gols sofridos, além de um meio-de-campo que soma inspiração e transpiração, ou seja talento e luta.

A mancha maior é a do suor que escorreu pelo corpo desses bravos guerreiros corintianos. E por falar nisso, alguém sentiu falta do Guerrero? Com Tite é assim, pode sair nome entrar nomes, mas que fique ele e seu trabalho competente, só ele é capaz de transformar bons jogadores em selecionáveis.

Esse Corinthians portanto, tem várias boas “manchas”, e vamos finalizar com tres delas que aliam experiência e qualidade , bastantes conhecidas da torcida: O goleiro Cássio, o Volante Ralf e o meia Danilo, únicos remanescentes da equipe titular da conquista do Mundial de 2012. O goleiro ganhou sua quinta taça com a camisa alvinegra, e os meio-campistas, a sexta. Certamente qualquer time brasileiro gostaria de estar com essas inúmeras “manchas” virtuosas!

‘BONDE DA STELLA’, POSTURA DE GUERRERO E O ÍDOLO ZICO

José Carlos Peixoto

kakaO fato que ficou conhecido como ‘Bonde da Stella’, caiu como uma bomba no clube e teve uma repercussão negativa junto a massa rubro-negra, principalmente pelas derrotas que o time vem sofrendo.

Se não bastasse as sete derrotas nos últimos oitos jogos e a 11ª colocação na série A do Campeonato Brasileiro, a direção técnica e administrativa do Flamengo tenta de forma atabalhoada dar um caráter de normalidade ao agitado ambiente do clube após os últimos acontecimentos envolvendo jogadores de destaque no time.

Tudo começou, ou pelo menos veio à público, quando os jogadores Éverton, Marcelo Cirino, Paulinho, Pará e Alan Patrick foram afastados pela diretoria do clube na última semana, depois de terem participado de uma ‘festinha’ em uma casa no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste do Rio, logo após um treino da equipe. Os atletas também foram multados pelos supostos excessos cometidos fora de campo.

O fato que ficou conhecido como ‘Bonde da Stella’, caiu como uma bomba no clube e teve uma repercussão negativa junto a massa rubro-negra, principalmente pelas derrotas que o time vem sofrendo.

Passado o impacto do primeiro momento e justificando que a suspensão era por tempo indeterminado, a diretoria, numa atitude questionada por boa parte da torcida, resolveu após a última derrota para o Grêmio por 2 a 0, reintegrar os cinco ‘passageiros do bonde’e inclusive dois deles o Pará e Alan Patrick já estão confirmados pelo técnico Oswaldo de Oliveira para a partida de domingo contra o Goiás.

Se não bastasse toda essa confusão que gerou um ambiente de extrema pressão para os jogadores, principalmente, para os envolvidos na noitada no Recreio dos Bandeirantes, o atacante Guerrero, na última derrota do time contra o Grêmio, saiu mais uma vez sem marcar gols e o que é pior, foi expulso após reclamar teatralmente ao receber, justamente, um cartão amarelo por uma falta cometida.

Desde que chegou ao Flamengo, no início de julho, Guerrero tem 16 jogos, com quatro gols e oito cartões (sete amarelos e um vermelho). O peruano não sabe o que é balançar as redes desde o dia 23 de agosto, quando marcou na vitória sobre o São Paulo.

Todo esse rosário de acontecimentos só fez aumentar a indignação da torcida, e em meio ao péssimo momento da equipe no Campeonato Brasileiro, dessa vez, quem não poupou críticas ao comportamento de Paolo Guerrero foi o maior ídolo da história do Flamengo, Zico, o galinho de Quintino.

Em recente entrevista à “Rádio Globo”, o ex-jogador disse que o atacante peruano não é “vítima” e que está sendo “infantil”. Ele está sendo muito inocente e infantil. Atacante como ele não pode ser expulso, não pode ficar reclamando toda hora e levando cartão. Ele não tem que reclamar, isso é problema da diretoria, não dele. Claro que a fase não estando boa e ele não fazendo o que pode fazer, acaba se desesperando. Mas ele não tem que se desesperar” declarou o ídolo do Flamengo.

Desesperado quem está com toda a situação é o torcedor flamenguista que se deslumbrou com a sequência de vitórias na chegada de Osvaldo de Oliveira, vislumbrou o G-4 e logo depois, percebeu que a realidade era diferente ao mergulhar nesta série de derrotas que parece não ter fim.

Esse acontecimento, levou muitos torcedores do ‘mais querido do Brasil’, a recordarem saudosistas que o o time teve muitos craques que trocavam a noite pelo dia, e lembram Romário, Renato Gaúcho e outros baladeiros mais. A questão é que estes jogadores davam conta do recado e não se contundiam como os atuais, justificam.

Ou seja, já não se faz mais boleiros festeiros como antigamente. Eu prefiro outra versão: já não se faz mais jogadores com a qualidade técnica e profissional de Zico, o maior ídolo rubro-negro.

José Carlos Peixoto é jornalista e comentarista esportivo do Programa diário TVI Esportes.

BARRY CALLEBAUT É CONDENADA A PAGAR R$500 MIL POR TERCEIRIZAÇÃO ILÍCITA E ASSÉDIO MORAL

barry-callebautO Ministério Público do Trabalho (MPT) conseguiu sentença favorável, na Justiça do Trabalho, contra a Barry Callebaut Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda. e HPS Prestação de Serviços Ltda. As empresas terão que pagar R$500 mil de indenização por danos morais coletivos pela prática de assédio moral pelos representantes da Delfi Cacau, atual Barry Callebaut, contra os empregados terceirizados da HPS.

O assédio ocorria através de ameaças, insultos, agressões verbais, críticas em público e coerção dos trabalhadores a pedir demissão. Além disso, foi constatada mais uma irregularidade, a terceirização ilícita, já que os funcionários da HPS realizavam atividades-fim que só poderia ser realizadas por empregados contratados diretamente pela Barry Callebaut. :: LEIA MAIS »

COPA DO BRASIL, PAPAI NOEL E OS “MENINOS DA VILA”

kakaSe levarmos em consideração que Papai Noel e crianças formam uma combinação perfeita, não será surpresa ver “O Bom Velhinho” carregando o seu trenó cheio de presentes e chegando em Santos para aumentar, ainda mais, a alegria dos “Meninos da Vila”.

O final de ano promete ser promissor para o campeão da Copa do Brasil de 2015, pois, além da badalação natural nos variados veículos de comunicação e de uma vaga na próxima Libertadores, levará prá casa um atraente prêmio em dinheiro.

Ou seja, um desses times: Palmeiras, Fluminense, Santos e São Paulo, envolvidos na disputa das semini finais que teve inicio na última quarta-feira, passará o natal feliz da vida e com o caixa ou “saco” cheio de presentes valiosos.

Traduzindo em números, caso Palmeiras ou Santos, que estão na Copa do Brasil desde a primeira fase, um deles seja campeão, irá receber R$ 7,95 milhões. Na hipótese de Fluminense ou São Paulo, que entraram nas oitavas, um deles fique com o título, a bonificação será um pouco menor: R$ 6,5 milhões. Acrescente a isso, a renda de uma possível final, que deve variar entre R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões, dependendo do estádio em que for jogada.

Se projetarmos mais adiante, podemos incluir nessa lista de presentes para o vencedor da Copa do Brasil a garantia de participação na primeira fase da Libertadores, o que por si só já vale um prêmio de US$ 900 mil (R$ 3,5 milhões) da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol).

Achou muito! Podemos considerar também que os três confrontos na fase de grupos do torneio continental ainda geram mais uma boa receita, principalmente pelo fato da Libertadores sempre atrair um número maior de torcedores do que as partidas do Estadual ou do início do Brasileiro, por exemplo.

Por isso, o título da Copa do Brasil desencadeia uma série de prêmios, bônus e rendas que podem fazer um dos quatro clubes que pleiteiam o título garantirem facilmente pelo menos R$ 15 milhões para 2016.

Essa quantia pode ser utilizada na compra de um jogador considerado craque para o elenco. Com esse dinheiro, é possível, por exemplo, contratar o atacante Paolo Guerrero, um dos atletas mais caros do futebol brasileiro, que custa R$ 11,7 milhões por ano ao Flamengo e ainda sobra recursos para outras demandas que não são poucas no cenário atual.

Os resultados dos jogos de ida da semi final apontam que essa cesta de presentes tem tudo prá fazer parte do natal santista. Com o resultado de 3 a 1, sobre o São Paulo, os meninos da Vila levam uma grande vantagem para o jogo de volta na Vila Belmiro e se credencia como um dos grandes finalistas da competição.

Portanto, se levarmos em consideração que Papai Noel e crianças formam uma combinação perfeita, não será surpresa ver “O Bom Velhinho” carregando o seu trenó cheio de presentes e chegando em Santos para aumentar, ainda mais, a alegria dos “Meninos da Vila”.

José Carlos Peixoto é jornalista e comentarista esportivo do Programa diário TVI Esportes.

O DESCOMPASSO DO PASSE

kakaJosé Carlos Peixoto

Alguns jogadores tentam justificar a quantidade de erros na passagem da bola devido a forte marcação que acontece em todos os jogos, consequência dos altos níveis de preparação física a que são submetidos os atuais atletas.”

No futebol, o passe segundo o Aurélio é o ato de passar a bola a um companheiro de equipe bem colocado para recebê-la. Na prática, quem acompanha de perto o futebol brasileiro e aprecia esse bom fundamento, fica perplexo diante da quantidade de passes errados durante as partidas.

E olhe que estamos nos referindo a passes de curta distância, pois, os lançamentos de longa distância, que requer uma precisão ainda maior e uma técnica mais apurada, são artigos em extinção no futebol atual. Gerson, o canhotinha de ouro, tricampeão mundial pela seleção brasileira em 1970, consagrou essa jogada enquanto esteve em atividade.

Os mais saudosistas seriam capazes de lembrar inúmeros virtuosos do passe que desfilaram elegância e precisão no toque da bola para os parceiros de equipe. Nos anos 60 e 70, craques como Ademir da Guia, meio de campo do Palmeiras, Geraldo, meia do Flamengo e Lorico do Vasco da Gama, arrancavam aplausos até dos adversários pela maestria nesse fundamento.

Alguns jogadores tentam justificar a quantidade de erros na passagem da bola devido a forte marcação que acontece em todos os jogos, consequência dos altos níveis de preparação física a que são submetidos os atuais atletas.

Em compensação, os gramados de hoje, principalmente após a construção das novas arenas no Brasil visando a última copa do mundo, não lembram nem um pouco os esburacados gramados de antigamente, com raríssimas exceções.

E ao falar de gramado, pude comprovar de perto a qualidade do gramado do Maracanã, quando em 23 de novembro de 2013, acompanhei de perto a vitória do Vasco da Gama frente ao Cruzeiro por 2 a 1, pelo campeonato brasileiro, o que não impediu o cruzmaltino de ser rebaixado mais adiante para a segunda divisão.

O deslumbramento em ver de perto o time do coração e conhecer de perto aquele tradicional palco do futebol brasileiro, mesmo numa versão modernizada, não escondia a minha decepção em ver jogadores como Marlone, Guiñazu e Ceará, errarem inúmeros passes num gramado impecável.

Mas se serve de consolo a quem admira a arte do passe, o Jadson do Corinthians é o principal destaque do atual campeonato brasileiro, sendo o vice artilheiro e quem mais deu assistências para os gols e finalizações do seu time que, ainda por cima, é o atual líder do campeonato.

O que nos credencia a dizer que na régua e compasso do passe preciso, ganha o craque e seu time que não entram no descompasso.

José Carlos Peixoto é jornalista e comentarista esportivo do Programa diário TVI Esportes.

FLAMENGO E VASCO: GRANDES RIVAIS EM SITUAÇÕES OPOSTAS

kakaJosé Carlos Peixoto

O campeonato brasileiro de futebol chega a sua 23ª rodada e a tabela de classificação mostra o Flamengo e o Vasco da Gama, dois gigantes do futebol brasileiro, donos de duas imensas torcidas espalhadas pelo Brasil afora e eternos rivais, em situações completamente opostas.

O Flamengo após um início claudicante e flertar com a zona do rebaixamento, deu uma grande arrancada nos últimos jogos e no momento encontra-se na 6ª colocação com 35 pontos e a três pontos do São Paulo, 4º colocado e que fecha a zona de classificação para a almejada Taça Libertadores.

Em momento adverso, o Vasco da Gama, amarga a última colocação com 13 pontos e segura há várias rodadas a indesejável lanterna, causando enormes calafrios em sua imensa torcida que é só tristeza e não tem nenhum motivo para ser feliz conforme a letra do seu tão cantado hino.

E se a mudança de técnico no time da gávea – que trocou Cristovão por Osvaldo de Oliveira – já começa a render bons frutos, ao contrário, nas hostes vascaínas a mudança mais recente – de Celso Roth por Jorginho -, ídolo rubro negro, afunda a cada dia a nau cruzmaltina rumo à segunda divisão.

Também no quesito da gestão administrativa, o Flamengo dá outra goleada no Vasco. Enquanto a administração profissionalizada de Eduardo Bandeira, presidente rubro-negro, serve de modelo para outros clubes, o time de São Januário, nas mãos do abominável Eurico Miranda, regride com uma gestão familiar no melhor estilo coronelista de quatro décadas atrás.

Tudo isso reflete na montagem do próprio elenco para a disputa do Brasileirão. O Vasco colocou um teto salarial esdrúxulo e contratou jogadores totalmente desconhecidos no mercado da bola. No “caminhão”, ou caravela de jogadores, tinha até jogador de futebol de sete, uma nova modalidade. Errou ao priorizar a quantidade em detrimento da qualidade. Agora quando o naufrágio é quase certo, contratou tardiamente alguns jogadores de razoável qualidade, mas com o agravante de estarem sem atividades e com idade avançada.

No lado rubro-negro, mesmo com a demora em fazer as contratações de peso que a sua torcida sempre exige, quando o time foi às compras o fez com precisão. Basta perceber que nomes como Alan Patrick, Ederson e Kayke se encaixaram rapidamente e já se tornam coadjuvantes de destaque em um time que tem como protagonistas principais os atacantes Guerrero e Emerson Sheik.

Portanto, no atual momento do Campeonato brasileiro, a maior torcida do Brasil tem motivos de sobras para deitar e rolar em cima do seu maior rival. Ao Vasco, resta o consolo de ter levado vantagem nos últimos confrontos com o Flamengo e ainda o ter eliminado na Copa do Brasil, passando de fase.

Acompanho o futebol desde o final dos anos 60 e cresci vendo essa saudável rivalidade, com confrontos épicos e gols memoráveis sendo cantados e narrados em verso e prosa por ambas as torcidas. Tempos em que o Silva Batuta, do Flamengo, aterrorizava com seus dribles a zaga do time da colina formada por Brito e Fontana. Tempos em que o serelepe atacante Dé, do Vasco, infernizava Manguito do Flamengo.

Hoje se não vemos mais o desfilar técnico do Zico e a precisão nas finalizações de Roberto “Dinamite”, se perdemos em glamour e inspiração, ganhamos em transpiração e intensa rivalidade, ou seja, a velha gozação que tradicionalmente era feita com o envio ao perdedor do “Diploma de Sofredor” ou de “Freguês”, dá lugar a intensa “zoação” pelas redes sociais após cada clássico jogado. Sinais dos tempos!

José Carlos Peixoto é jornalista e comentarista esportivo do Programa diário TVI Esportes.

NA CHINA AS BOLSAS ESTÃO EM BAIXA E O FUTEBOL DO “BOI SELVAGEM” EM ALTA

Untitled-1José Carlos Peixoto

Na China os papeis das bolsas despencaram causando calafrios nos investidores do mundo inteiro e abalando a economia daquele pais do leste asiático que possui 20% da polução mundial.

Na contra mão dessa onda pessimista do mercado chinês, sua liga de futebol movimenta elevadas quantias e atrai craques dos quatro cantos do mundo, inclusive do Brasil.

E tem origem “Made in Brazil”, o principal artilheiro do campeonato Chinês que veste a camisa do Shandong Luneng. Trata-se de Aloísio, atacante que no Brasil se destacou no Figueirense e no São Paulo e ficou conhecido como “Boi Bandido”, pela força física e as tradicionais voadoras ao comemorar seus inúmeros gols.
Por não encontrar tradução para “Boi Bandido”, seu apelido sofreu pequena alteração por uma mera questão linguística envolvendo o português e o chinês e lá ele é chamado de “Boi Selvagem”. Mas o que não muda mesmo é o jeito irreverente de Aloísio que continua comemorando seus gols no mesmo estilo e empolgando os torcedores chineses do Shandong Luneng.

Com 27 anos, o agora “Boi Selvagem”, é o atual artilheiro do Campeonato Chinês com 17 gols, dois a mais do que Hernán Barcos, o pirata, que se destacou no Grêmio e Palmeiras e seu time é o terceiro colocado na competição.

Desde janeiro de 2014 no Shandong Luneng e já adaptado à vida na China, sobretudo ao futebol, ele garante que o nível técnico do campeonato melhorou bastante, principalmente pela chegada dos estrangeiros em um volume ainda maior esse ano e ter ficado bastante impressionado com a qualidade de alguns jogadores chineses, segundo ele, melhores que muitos brasileiros.

Num país de impressionantes 1,4 bilhão de habitantes e onde são usadas 23 maneiras diferentes de escrever, o extrovertido, Aloísio tira de letra, ou de voadora se preferirem, o fato de não ter aprendido a falar praticamente nada do mandarim, idioma oficial da China, que possui ainda, mais 50 línguas.

Se na questão da comunicação nosso bravo “Boi Selvagem” passa por dificuldades, o mesmo não se pode dizer da alimentação. Por possuir muitos brasileiros em seu elenco (além dele, os volantes Júnior Urso e Jucilei, o atacante Diego Tardelli e o técnico Cuca) , o clube chinês compra bastante alimentos do Brasil.

Ainda no tocante a alimentação, o atacante revela também que alguns jogadores chineses, vez ou outro, experimentam os nossos tradicionais produtos: feijão, arroz e que ele também já degustou bicho de seda e escorpião.

Aloísio não pensa em voltar tão cedo, a vontade dele é cumprir mais uns dois anos do atual contrato e depois receber proposta de renovação para ficar mais tempo por lá. Ao que parece, o Boi Bandido continuará a ser chamado de Boi Selvagem por mais um tempo.

Outro assunto, em meio à derrubada do mercado chinês nos últimos dias, despertou a atenção no país. No cruzamento das ruas Hexiangxi e Xiangbin, na cidade costeira de Xiamen, foi colocada uma estátua de bronze de mais de três toneladas com 6,1 metros de comprimento, por 3,4 metros de altura e 2,9 metros de largura, de um gigantesco touro — que lembra parcialmente o touro que fica em Wall Street — sobre um urso, chamando a atenção de quem passa e fazendo sucesso na internet.

Por certo o nosso touro brasileiro que encanta os chineses com seus gols genuinamente comemorados, ao tomar conhecimento desse possante concorrente, responderá com irreverência numa mistura de português e mandarim: “Cheio de estilo, mais não faz gols!”.

José Carlos Peixoto é jornalista e comentarista esportivo do Programa diário TVI Esportes.

NO PRIMEIRO TURNO DA SÉRIE B QUEM ASSUMIU O TRONO PRINCIPAL FOI O VITÓRIA

Untitled-1José Carlos Peixoto

Na semana passada fizemos uma análise da divisão de elite do campeonato brasileiro de futebol mostrando a acirrada disputa pelo título e as vagas para libertadores. Na oportunidade, comparamos essa disputa a um “Game of Thrones”, ou seja, uma verdadeira “Guerra dos Tronos”.

Na segunda divisão do futebol brasileiro, mesmo com essa diferença técnica bem menor que em épocas passadas, a busca pelos primeiros lugares, ou aos tronos principais, não é menos renhida.

Metade do campeonato já se foi e a boa surpresa para o futebol baiano é ver seus dois principais times: Bahia e Vitória sentados nos tronos principais. Ao Vitória, coube o trono mais almejado, o primeiro lugar, e ao Bahia, o quarto lugar, com seu trono próximo ao do maior rival. Surpresa, pois o inicio da competição não indicava que o “Leão da Barra” e o “Esquadrão de Aço” chegassem ao final do primeiro turno nessas cobiçadas posições.

O Botafogo-RJ, que começou bem e passou várias rodadas liderando a competição, dispensou seu técnico e teve que se desfazer de alguns importantes jogadores, chega a sua metade na vice-liderança, seguido de perto pelo America-MG.
Bem próximos e “conspirando” para derrubar os eleitos, até o momento, estão o Náutico, Sampaio Corrêa, Payssandu, Santa Cruz e Criciúma. Se o tempo conspira a favor deles, tem mais 19 rodadas a serem disputadas, o mesmo vale para os demais.

Ao Bragatino, CRB, Oeste, Macaé, Paraná, Atletico-GO e Boa Esporte, resta sonhar com dias melhores, com a permanência na zona intermediária da tabela, e ao mesmo tempo se livrar do pesadelo do rebaixamento para a terceira divisão.

Na zona da Confusão, plagiando o técnico do Cruzeiro, Vanderley Luxemburgo, encontramos momentaneamente o Luverdense, ABC, Mogi Mirim e o Ceará.

O destaque negativo é o Ceará, que ao conquistar a Copa do Nordeste tinha se credenciado a disputar os tronos principais com a turma do pelotão da frente. E o campeonato chega a sua metade evidenciando que com a bola rolando a situação toma outra configuração.

Não fosse essa constatação obvia do mundo futebolístico, o tradicional Botafogo-RJ, com sua história de conquistas e glórias não passaria pelas atuais turbulências e sentaria antecipadamente e permanentemente no trono principal.
Muita coisa ainda vai acontecer, tanto na divisão principal, quanto na segunda divisão. Muitas emoções esperam os apaixonados torcedores. Apenas recomendamos que o “Game of Thrones”, fique restrito ao futebol, premiando os que alcançarem o melhor desempenho técnico e tático nos gramados e também “combateram o bom combate”.

José Carlos Peixoto é jornalista e comentarista esportivo do Programa diário TVI Esportes.

O ‘GAME OF THRONES’ DO CAMPEONATO BRASILEIRO

Untitled-1José Carlos Peixoto

Poderíamos pegar a tradução do premiado seriado da TV americana, HBO, “Game of Thrones”, aqui no Brasil popularizado como “Guerra dos Tronos” e em analogia dizer que no Campeonato Brasileiro de Futebol das duas divisões A e B, existe uma verdadeira disputa pelos “Tronos”, se considerarmos os quatro primeiros lugares de cada Divisão os cobiçados “Tronos” em disputa.

Analisando nesse primeiro momento a divisão de Elite, que atualmente não conta com esse glamoroso elitismo de outrora, mas possui seus atrativos num país onde o futebol ainda não consegue sair do imaginário da população, podemos assegurar que fortes emoções cercam a disputa pelos primeiros lugares ou daqueles times que se encontram nas ultimas posições e lutam acirradamente para manterem-se nessa divisão.

E faltando apenas duas rodadas para o encerramento do primeiro turno, quem vai ocupando o trono principal, digo, primeira posição, é o Atlético Mineiro, do técnico Levir Culpi, com seu futebol envolvente, de toques rápidos e objetivos. Seguido de perto pelo Corinthians paulista, que procura com seu técnico Tite, compatibilizar um futebol eficiente aos lampejos técnicos de alguns dos seus jogadores.

Times de destaques no cenário brasileiro, como o Grêmio, Fluminense, Palmeiras e até mesmo Cruzeiro, Santos e o Flamengo, tentam a essa altura do campeonato, encontrar a regularidade necessária para fazer jus às tradições. :: LEIA MAIS »

A EMTRAN E A COISA PÚBLICA

Edlane Brandão

Infelizmente, a coisa pública em nosso país é tão desacreditada que uma falha técnica gera tantos comentários negativos e ofensivos. A Emtran de maneira nenhuma agiu de má-fé com relação às inscrições. A data foi amplamente divulgada. O que houve foi uma subestimação do interesse das pessoas em uma vaga na escola, até porque esse cálculo é muito subjetivo. Dessa forma, o sistema não suportou mais de 6 mil acessos simultâneos. Entretanto, não sabemos o porquê de algumas pessoas terem conseguido realizar inscrição, como informou a empresa responsável. Isso também está sendo avaliado.

Precisamos deixar claro que, de maneira nenhuma, houve link intermediário para beneficiar quem quer que seja! Fato é que essas inscrições serão invalidadas para não haver injustiça. Em uma nova data, com ampla divulgação, todos terão oportunidade de, no mínimo, acessar a página, já que serão apenas 300 vagas e quem for mais rápido conseguirá.

A Emtran hoje é uma realidade, tem muitos “pais”, mas o fato é que a gestão atual batalhou muito para que a mesma fosse colocada em prática e beneficiasse a população. São quase 200 alunos habilitados e com convicção podemos dizer que esses alunos foram atendidos com qualidade e profissionalismo, por profissionais capacitados e comprometidos com o trabalho.

Talvez por isso, a surpresa! Escola pública de qualidade? Por essa razão é que houve subestimação dos responsáveis técnicos pelo sistema. Não acreditaram que tantas pessoas fossem se interessar pela vaga. Desejamos, sinceramente, que tudo se resolva o mais breve possível e as pessoas tenham o direito, no mínimo, ao acesso à página e à informação clara e honesta.

Edlane Brandão é diretora da Escola Municipal de Trânsito de Itabuna (Emtran).

OS 25 ANOS DO ECA E O ANTIPRESENTE DOS “REDUCIONISTAS”

HC_PsolNacHilton Coelho

Hoje (13) o ECA faz 25 anos. O Estatuto, que nasceu como o instrumento legal que mais anunciou a esperança de dias melhores para um Brasil tão injusto e desigual, deveria neste momento ser reforçado com um balanço – sem ufanismos, mas vigoroso – de onde chegamos e sobretudo, como avançaremos na afirmação dos direitos humanos das crianças e adolescentes do país. Mas ao “nascer o Sol do 2 de Julho”, para muitas pessoas, ao inverso dos versos do Hino, ele pareceu brilhar bem menos “que no primeiro”. É que neste dia, os que não acompanharam a votação, acordaram com a notícia de que os “reducionistas” – como a partir de agora definiremos os que no Congresso Nacional defendem a redução da maioridade penal – haviam dedicado um enorme anti-presente aos 25 anos do ECA: aprovaram – ainda que não definitivamente – a diminuição da maioridade penal.

Uma proposta cujos principais argumentos de defesa – também marcadamente “reducionistas” – não resistem a um breve debate. Bastante “alavancados” principalmente pela imprensa sensacionalista, os “reducionistas” dizem que os adolescentes têm uma grande responsabilidade pelo quadro de homicídios no Brasil, cujos dados se assemelham a países em situação de guerra. Porém omitem que as estatísticas provam que menos de 1% das agressões contra a vida, são praticadas por adolescentes. Argumentam que a solução seria a retirada destes adolescentes do convívio social, como se estes atualmente não passassem pela privação de liberdade. Já vivem tal privação nas instituições de internação. A diferença é que, apesar de toda precariedade das mesmas, apenas 20% dos que por elas passam, voltam a praticar novos atos infracionais, enquanto cerca de 70% dos que vão para as penitenciárias e presídios – maiores de 18 anos – realizam outros crimes ao saírem deles. Dizem que a maioria dos países do mundo adota uma idade penal menor que a do Brasil. Outra inverdade, dados da ONU mostram que mais de 80% do mundo pesquisado adota a maior idade acima dos 18 anos e muitos países que experimentaram reduzir, em função dos resultados inversos aos esperados, elevaram novamente.

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