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:: ‘Política’

EX-MINISTRO GEDDEL VIEIRA LIMA DIVIDE CELA COM OUTROS NOVE PRESOS NA PAPUDA

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso pela PF por obstrução de justiça. Foto: André Coelho/ Agência O Globo

G1
O ex-ministro Geddel Vieira Lima está instalado em uma cela com outros nove presos no bloco 5 da ala A do Centro de Detenção Provisória da Papuda, bloco 5, a chamada “ala dos vulneráveis”, destinada a detentos com curso superior.

Na cela, há quatro treliches (três camas sobrepostas), com 12 lugares, no total, um dos quais ocupado pelo ex-ministro.

Geddel Vieira Lima chegou à Papuda por volta de 13h30 desta terça-feira (4), transferido da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para onde foi levado depois de ter sido preso em Salvador por ordem do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal.

Na Papuda, como os demais presos, Geddel tem direito a duas horas de banho de sol e quatro refeições por dia. As visitas são às sextas-feiras.

A defesa do ex-ministro diz que a prisão é desnecessária porque faltam provas contra o ex-ministro (leia detalhes mais abaixo). :: LEIA MAIS »

INDICAÇÃO DE RAQUEL DODGE PARA PGR SERÁ LIDA NA COMISSÃO NESTA QUARTA

Raquel Dodge foi escolhida em lista tríplice pelo presidente da República para substituir Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

A indicação de Raquel Dodge para a chefia da Procuradoria-Geral da República (PGR), pela Presidência da República, será lida na reunião desta quarta-feira (5) da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O relator da indicação é senador Roberto Rocha (PSB-MA).

Raquel Dodge deverá ocupar o posto a partir do dia 18 de setembro, quando termina o mandato do atual procurador, Rodrigo Janot, em caso de aprovação pelo Senado após sabatina na CCJ. O mandato é de dois anos.

Ampla experiência

Como determina o Regimento Interno do Senado, na mensagem consta uma argumentação feita pela própria procuradora à respeito da sua indicação. Neste documento, Dodge invoca o testemunho de seus próprios colegas, que a elegeram para integrar a lista tríplice à direção da PGR, como uma demonstração de preparo técnico e condição moral para exercê-lo. :: LEIA MAIS »

DEFESA DE TEMER SERÁ ENTREGUE ÀS 15 HORAS NA CCJ

Agência Brasil

Com a indicação do deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) para a relatoria da denúncia contra o presidente Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a defesa do presidente será entregue amanhã (5), às 15h, na CCJ, pelo advogado de Temer, Antônio Mariz. A informação foi dada pelo vice-líder do governo, deputado Carlos Marun (PMDB-MT), ao informar que o presidente só aguardava a indicação do relator para apresentar a defesa.

Marun disse que o governo tem pressa na tramitação e na conclusão desse processo. Ele informou que a base governista vai garantir quórum para a realização das sessões da Câmara nesta sexta-feira (7) e na segunda-feira (10). Para que as sessões sejam realizadas, são necessários pelo menos 51 deputados presentes. Pela Constituição, a CCJ tem cinco sessões da Câmara para apreciar a denúncia contra o presidente e votar o parecer do relator. O plano dos governistas é votar o parecer na CCJ quarta-feira (12) da próxima semana, e no plenário da Câmara na sexta-feira (14) seguinte.

“Precisamos de um processo célere, mas, basicamente, sério, sem pirotecnia, com análise de provas, com coragem de quem fala e de quem assume responsabilidade, e eu acredito que o deputado Sérgio Zveiter tem condições para tanto”, disse Marun. Segundo ele, o relator é um deputado que tem, além de conhecimento jurídico, “serenidade e racionalidade suficientes para não inventar provas”. Segundo Marun, o relator vai se basear no conjunto probatório apresentado pela denúncia e concluir que não existem razões suficientes para justificar o afastamento de um presidente da República. “Estamos muito tranquilos. Vamos em frente”, garantiu. :: LEIA MAIS »

SENADO APROVA REGIME DE URGÊNCIA PARA VOTAR REFORMA TRABALHISTA

Reforma trabalhista terá duas sessões de discussão antes da votação do projeto. Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (4) requerimento de urgência para a tramitação do projeto de lei que trata da reforma trabalhista. Apesar da urgência, até a votação, prevista para a próxima terça-feira (11), todos os senadores poderão se manifestar sobre o projeto, graças a um acordo feito entre o presidente da Casa, Eunício Oliveira, e os líderes partidários.

“Informo que a discussão da matéria poderá ser feita por todos os senadores, embora tenhamos aprovado aqui o requerimento de urgência que permitiria apenas a fala de cinco senadores a favor e cinco contra a matéria” disse Eunício.

Na quarta-feira (5), a discussão da reforma trabalhista terá início às 14h e se estenderá, no máximo até as 22h. Na quinta-feira (6), os senadores discutirão o texto das 11h às 14h. Na sexta-feira (7), às 11h, será a vez dos líderes partidários, que encaminharão a votação.

Críticas

Apenas líderes contrários ao projeto se pronunciaram em Plenário durante a votação do requerimento de urgência nesta terça. O senador Paulo Paim (PT-RS) lamentou a pressa para votar a matéria e lembrou que, no início da tramitação do texto, a promessa era de que haveria tempo para discutir, com o rito normal de análise do projeto. Para o senador, os parlamentares estão traindo o povo brasileiro. :: LEIA MAIS »

SERGIO ZVEITER É O RELATOR DA DENÚNCIA CONTRA TEMER

Deputado Sergio Zveiter (PMDB/RJ) vai emitir parecer sobre denúncia contra presidente. Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputado

O deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ) foi indicado nesta terça-feira (4) pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), para ser o relator no colegiado da denúncia contra o presidente da República, Michel Temer.

A CCJ deve fazer um parecer sobre a abertura ou não de inquérito para investigar as denúncias de que o presidente foi acusado junto ao Supremo Tribunal Federal.

O colegiado via analisar o pedido de instauração de processo por crime de corrupção passiva contra o presidente da República, Michel Temer, encaminhado à Câmara pelo ministro Edson Fachin, responsável no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Operação Lava Jato.

Deputados da base aliada ao governo e da oposição têm avaliações diferentes sobre o prazo para votar o pedido do STF. Aliados do governo querem rapidez nas discussões e votações, ao passo que a oposição defende mais tempo para analisar o caso. :: LEIA MAIS »

AÉCIO RETORNA AO SENADO E SE DIZ VÍTIMA DE ARMAÇÃO

Senador retorno ao senado, após o ministro Marco Aurélio revogar seu afastamento. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) negou, nesta terça-feira (4), acusações feitas contra ele, disse que é vítima de uma “armação” e destacou que o seu retorno ao Senado se dá “pela estrita observância da lei, pelo respeito a direitos assegurados e pelo que determina a Constituição”.

“Não cometi crime algum. Não aceitei recursos de origem ilícita, não ofereci ou prometi vantagens indevidas a quem quer que fosse e tampouco atuei para obstruir a ação da Justiça, como me acusaram”, disse.

Aécio afirmou que, durante os mais de 30 anos de sua vida pública, sempre atuou na defesa do interesse público, na preservação do patrimônio dos brasileiros e na correção de injustiças que, segundo ele, impedem o Brasil de alcançar a condição a que tem direito. Sobre os fatos revelados na delação do empresário Joesley Batista, Aécio diz ter sido vitima de uma armadilha “engendrada e executada por um criminoso confesso de mais de 200 crimes”.

“Não houve envolvimento de dinheiro público. Tratou-se de um negócio particular, entre pessoas privadas. Tudo isso terá local próprio para ser definitivamente provado: a Justiça”, afirmou. :: LEIA MAIS »

RELATOR DE DENÚNCIA CONTRA TEMER SERÁ ESCOLHIDO NESTA TERÇA, DIZ PRESIDENTE DA CCJ

Presidente foi alvo após delações da JBS. Foto: Joédson Alves/EFE

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), disse que vai anunciar o nome do relator da denúncia contra o presidente da República, Michel Temer, na próxima terça-feira (4).

Como o processo é inédito na Câmara, Pacheco quer tomar cuidado para não adiantar etapas. “É um momento delicado, grave, que exige responsabilidade, isenção e independência, e esta deve ser a postura da comissão diante desse assunto”, disse.

A partir da próxima sessão do Plenário, começa a contar o prazo de até dez sessões para a defesa de Temer. Encerrado esse período, a CCJ terá então até cinco sessões do Plenário para concluir a análise do processo.

A denúncia contra o presidente, acusado de corrupção passiva, foi encaminhada pelo ministro Edson Fachin, responsável no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Operação Lava Jato. Nela, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede que o STF condene Temer à perda do mandato e ao pagamento de multa de R$ 10 milhões.

É a primeira vez que um presidente da República, no exercício do cargo, é acusado de crime comum. Neste caso, segundo a Constituição, o julgamento cabe ao STF, mas o processo só pode ser aberto se houver autorização do Plenário da Câmara – é necessário o apoio de pelo menos dois terços dos parlamentares (342 votos).

Com informações da Agência Câmara.

GEDDEL VIEIRA LIMA É PRESO PREVENTIVAMENTE PELA PF

Geddel Vieira, ex-ministro do governo Temer é preso por obstrução de justiça. Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso, nesta segunda-feira (3) pela polícia federal, como parte da força-tarefa Greenfield, responsável pelas operações Cui Bono e Sépsis. A prisão é de caráter preventivo e tem como fundamento elementos reunidos a partir de informações fornecidas em depoimentos recentes do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva – sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada.

De acordo com o Ministério Público Federal, no pedido enviado à Justiça, os autores afirmaram que o político tem agido para atrapalhar as investigações. “O objetivo de Geddel seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF). Para isso, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de ‘monitorar’ o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo”.

Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo. Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, sonda a mulher do doleiro sobre a disposição dele em se tornar um colaborador do MPF. Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa. Por isso eles pediram a prisão “como medida cautelar de proteção da ordem pública e da ordem econômica contra novos crimes em série que possam ser executados pelo investigado”. :: LEIA MAIS »

SENADO VOTA URGÊNCIA DA REFORMA TRABALHISTA NESTA TERÇA-FEIRA

Aprovação da Reforma Trabalhista divide até mesmo base do Governo. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Os senadores analisam nesta terça-feira (4) um requerimento de urgência para a votação da reforma trabalhista no Plenário. Se o pedido for aprovado, o projeto entra na pauta após duas sessões ordinárias. O presidente Eunício Oliveira (PMDB-CE) pretende concluir a votação antes do recesso parlamentar, que começa no dia 18 de julho.

“A reforma trabalhista pode ser votada na semana que vem, mas meu compromisso com a Casa é de votar até 10 ou 12 de julho. Não tenho angústia de votar hoje, na segunda ou na terça. Vou seguir o regimento e respeitar a oposição”, disse Eunício.

O relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e líder do Governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), acredita na aprovação da reforma.

“Estamos modernizando a legislação. Não estamos tirando nenhum direito. Mente quem diz que há perda de direitos. Nós vamos debater, e a maioria deverá votar pela aprovação. Há uma vontade de avançar para que governo, empresários, trabalhadores e Justiça tenham uma legislação realista, que possa permitir a empregabilidade no futuro”, afirmou Jucá.

Mas a proposta divide inclusive o partido do presidente Michel Temer. Maior bancada na Casa, o PMDB tem 17 senadores a favor e 5 contra o texto que veio da Câmara. Entre os críticos, está o senador Roberto Requião (PMDB-PR). :: LEIA MAIS »

FACHIN MANDA SOLTAR EX-DEPUTADO ROCHA LOURES

Loures vai cumprir medidas cautelares. Foto: Brizza Cavalcante/Câmara dos Deputados

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a substituição da prisão preventiva do empresário e ex-deputado federal Rocha Loures, investigado pela prática de corrupção passiva, por medidas cautelares alternativas, conforme determina o artigo 282, parágrafo 6º, do Código de Processo Penal. Segundo a decisão, o avanço nas investigações e a alteração no panorama do caso desde a sua prisão, em 3 de junho, justificam a adoção de medidas alternativas.

Fachin determinou o recolhimento domiciliar de Rocha Loures durante o período noturno (das 20h às 6h) e em fins de semana e feriados, com fiscalização por meio de monitoramento eletrônico. O ministro também estipulou como medidas cautelares a proibição de contato com investigados ou testemunhas, a proibição de ausentar-se do país e a entrega do passaporte e comparecimento regular em juízo sempre que requisitado.

A decisão destaca que, desde a decretação da prisão, o Ministério Público Federal já ofereceu denúncia contra o acusado e pediu abertura de investigações sobre possíveis práticas criminosas em novos inquéritos. No caso específico, a denúncia oferecida contra Rocha Loures e o presidente da República aguarda autorização prévia da Câmara dos Deputados para que seja examinada pelo STF.

Para o ministro Edson Fachin, o decurso de tempo que implicará essa deliberação do Legislativo, ao lado da redução do risco de o investigado reiterar em práticas criminosas, torna desproporcional a manutenção do encarceramento. “Ainda que posteriormente seja possível a cisão do processo penal, nos termos do artigo 80 do Código de Processo Penal, atualmente tal providência não se afigura recomendável diante das circunstâncias fáticas narradas na denúncia, razão pela qual a necessidade de se aguardar a autorização pela Câmara dos Deputados implica em alongamento da prestação jurisdicional que, neste momento, não merece ser suportada com a privação da liberdade”, afirmou.

O ex-assessor do presidente Temer e ex-deputado foi flagrado pela PF recebendo uma mala com R$ 500 mil na Operação Patmos, investigação baseada nas informações da delação premiada dos executivos da JBS. Quando Rocha Loures foi preso, Fachin havia atendido a um pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo o procurador, a prisão de Loures era “imprescindível para a garantia da ordem pública e da instrução criminal”.

MINISTRO DETERMINA RETORNO DE AÉCIO NEVES AO CARGO DE SENADOR E NEGA PEDIDO DE PRISÃO

Retorno do Senador ao cargo é imediato. Foto: Divulgação

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu o exercício do mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e afastou as outras medidas restritivas implementadas contra ele (proibição de contatar outro investigado ou réu no processo e de ausentar-se do país). A decisão do ministro foi tomada após agravos regimentais (impugnar decisões tomadas individualmente pelo relator) apresentados pelo senador e reconsidera a decisão do do ministro Edson Fachin, que determinou o afastamento de Aécio do mandato e as demais medidas.

“É mais que hora de a Suprema Corte restabelecer o respeito à Constituição, preservando as garantias do mandato parlamentar. Sejam quais forem as denúncias contra o senador mineiro, não cabe ao STF, por seu plenário e, muito menos, por ordem monocrática, afastar um parlamentar do exercício do mandato. Trata-se de perigosíssima criação jurisprudencial, que afeta de forma significativa o equilíbrio e a independência dos Três Poderes. Mandato parlamentar é coisa séria e não se mexe, impunemente, em suas prerrogativas”, afirmou o ministro Marco Aurélio.

Ele apontou ainda que é incabível o afastamento do exercício do mandato, em liminar, sem a existência de processo-crime contra o parlamentar. Na ocasião da decisão do ministro Edson Fachin, ainda não havia denúncia contra o senador Aécio referente ao caso em questão. “Vale notar que, no âmbito da Casa Legislativa, do Senado, há de ser resolvida a questão, considerado até mesmo possível processo administrativo-político por quebra de decoro, se é que houve. O Judiciário não pode substituir-se ao Legislativo, muito menos em ato de força a conflitar com a harmonia e independência dos Poderes”, citou o ministro Marco Aurélio.

Caso

Em maio deste ano, o ministro Edson Fachin impôs ao senador medidas cautelares diversas da prisão por considerar presentes indícios da prática dos crimes decorrentes do acordo de delação premiada firmado entre pessoas ligadas ao Grupo J&F e o Ministério Público Federal. Na ocasião, ele apontou a necessidade de garantir a ordem pública e a instrução processual.

Posteriormente, o ministro Edson Fachin determinou o desmembramento do inquérito, mantendo sob sua relatoria apenas a investigação relativa ao presidente Michel Temer e o ex-deputado federal Rocha Loures, e encaminhou a parte da investigação relativa ao senador Aécio Neves para a presidência do Supremo, para que o caso fosse redistribuído entre os demais membros do STF. O ministro Marco Aurélio foi sorteado como o relator do inquérito que apura supostos crimes praticados pelo senador.

RUI INAUGURA RONDA MARIA DA PENHA EM ITABUNA

Rui inaugurou unidade da Ronda Maria da Penha em Itabuna. Foto: Divulgação/Facebook

O governador Rui Costa já está em Itabuna, onde inaugurou na manhã desta sexta-feira (30) a Ronda Maria da Penha. A unidade oferece ações de proteção combate à violência contra a mulher. Mais cedo, estava prevista uma visita à barragem no Rio Colônia, que foi adiada por causa do mau tempo. Rui Costa permanece na cidade, onde à noite participa da festa de São Pedro.

A visita a Itabuna faz parte da intensa agenda de trabalho pelo sul da Bahia iniciada na última quarta-feira (28), quando o governador esteve em Ilhéus, vistoriando as obras da Ponte do Pontal e do Hospital Costa do Cacau. Na ocasião, ele também recebeu homenagem com a Comenda da Ordem do Mérito São Jorge dos Ilhéus e participou de eventos comemorativos dos 483 anos de fundação do município.

Ontem, em Eunápolis, Rui entregou a nova ala pediátrica no Hospital Regional e anunciou investimentos. Participou também da festa do Pedrão.

RUI INAUGURA ALA PEDIÁTRICA DO HOSPITAL REGIONAL DE EUNÁPOLIS

Foto: Governador entrega 300 óculos em inauguração ala pediátrica em Eunápolis. Foto: GOVBA

Depois de ter visitado as cidades de Camamu e Ilhéus, o governador Rui Costa dá continuidade à extensa agenda de trabalho que realiza pelo sul do estado. Eunápolis foi o município visitado na tarde desta quinta-feira (29), onde o governador entregou a enfermaria pediátrica do Hospital Regional do município e entregou 326 óculos, resultado de um mutirão que realizou consultas e cirurgias oftalmológicas no dia 12 de maio.

“Quero comemorar e compartilhar a minha alegria pelo resultado do mutirão de cirurgias. Ultrapassamos o número de 8 mil de cirurgias em poucos meses. Começamos em novembro e pudemos atender pessoas que estavam na fila há cinco, seis anos esperando por uma cirurgia eletiva. Com o mutirão pretendemos devolver autoestima e saúde dos baianos”, comemorou Rui.

Para o aposentado Joel Bahia, receber os óculos novos foi motivo de felicidade. “É uma emoção linda. Eu não tenho nem palavras para agradecer. Estou vendo tudo e agora vou conseguir fazer tudo o que não conseguia”.

A unidade hospitalar entregue em Eunápolis contou com um investimento de R$ 100 mil, e possui 20 leitos de pediatria e 3 leitos de observação.

O pediatra responsável pela unidade, a Dr. Darlan Andrade, conta que a infraestrutura representa uma melhora significativa. “Nós ainda não tínhamos uma ala própria, agora poderemos organizar melhor a recepção e o tratamento das crianças. Vamos oferecer três tipos de atendimento, entre emergência, observação e internação. Anexa a essa estrutura ainda possuímos um berçário, setores de isolamento, para pacientes com doenças infecto-contagiosas, de cirugia e atendimento ortopédico”, explica.

Na sexta-feira (30), o governador Rui Costa estará em Itabuna, onde visita obras da barragem do Rio Colônia e entrega nova sede da Ronda Maria da Penha no município.

TEMER RECEBE NOTIFICAÇÃO OFICIAL DA CÂMARA SOBRE DENÚNCIA DA PGR

Presidente terá prazo para fazer defesa. Foto: Joédson Alves/EFE

Agência Brasil

O primeiro-secretário da Câmara, deputado Fernando Lucio Giacobo (PR-PR), compareceu na tarde de hoje (29) ao Palácio do Planalto para notificar o presidente Michel Temer sobre a denúncia oferecida contra ele pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

O documento foi entregue às 16h05 ao subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha. Ao entrar no anexo do prédio, acompanhado por grande parte da imprensa, Giacobo disse que cumpre o papel que o cabe com “tristeza” pelo momento que o país está passando. “Espero que tudo se resolva o mais rapidamente possível”, afirmou.

Agora que o Planalto recebeu o documento, Temer estará oficialmente notificado da acusação de que teria cometido o crime de corrupção passiva. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, está reunido com Temer em seu gabinete no Palácio do Planalto.

Rito

A denúncia foi protocolada nesta quinta-feira pelo diretor-geral do STF. Na tarde de hoje, o comunicado da denúncia, com 64 páginas, foi lido no plenário da Câmara pela segunda-secretária da Casa, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO). Logo após o término da leitura em plenário, a Presidência da República foi notificada para manifestar sua defesa.

A partir daí, o processo será remetido à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que irá escolher o relator. O parlamentar irá elaborar um parecer que será apreciado pelos membros do colegiado. É nesta comissão que o presidente Temer poderá, no prazo de até dez sessões, apresentar sua defesa.

Depois da análise na CCJ, a denúncia deve ser levada ao plenário da Câmara, onde necessita receber ao menos 342 votos favoráveis para ser aceita. Se a denúncia for admitida por dois terços dos 513 deputados, Temer poderá ser julgado perante o STF. Caso contrário, ela será arquivada.

CORTE DE VERBAS DEVE FORÇAR PF A SUSPENDER GRANDES OPERAÇÕES

Carro com agentes da Polícia Federal. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Época Negócios

Os problemas orçamentários da Polícia Federal não se limitam a suspensão da emissão de novos passaportes, conforme anunciado ontem pela instituição. A partir de agosto, a polícia deverá suspender grandes operações de combate a corrupção, inclusive parte das investigações relacionadas à Operação Lava-Jato, segundo disse ao GLOBO da cúpula da instituição. Com o corte de 44% no orçamento determinado pelo governo, a Polícia Federal não terá dinheiro para bancar passagens aéreas e diárias de policiais em viagens pelo país, entre outras despesas essenciais nas grandes operações.

“Em agosto param operações, para tudo. Não tem dinheiro para fazer mais nada”, disse o delegado.

Segundo ele, trata-se da mais grave crise financeira da Polícia Federal. O delegado lembra que nas gestões passadas o governo chegou a falar sobre cortes nas verbas da PF várias vezes, mas em nenhum dos casos a ameaça foi concretizada. Mesmo com algumas dificuldades circunstanciais, a polícia teve condições de manter os principais serviços e levar adiante as grandes operações, algumas delas com prejuízos para setores do próprio governo. Agora a situação seria diferente.

Com a escassez de recursos, a polícia não tem como comprar passagens aéreas, pagar diárias ou mesmo bancar voos das próprias aeronaves. Sem isso, delegados não podem planejar grandes operações. Em geral, prisões, conduções coercitivas e buscas de provas dependem da mobilização de policiais em vários estados e não apenas de agentes e delegados do unidade sede da apuração. As missões interestaduais são uma tradição da polícia e tem por objetivo garantir o sigilo e a surpresa da própria ação policial.

“Sem deslocamento de policiais, não tem operação”, afirma o delegado. :: LEIA MAIS »




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