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:: ‘CPI’

JOSÉ DIRCEU SE RECUSA A RESPONDER QUESTIONAMENTOS SOBRE CPI DA PETROBRÁS

Foto: reprodução

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O ex-ministro José Dirceu, preso por conta das investigações da Operação Lava Jato, se recusou a responder aos questionamentos dos membros da CPI da Petrobras nesta segunda-feira (31), segundo orientação do seu advogado. Dirceu, que seria ouvido na condição de investigado, se recusou a responder mesmo quando o presidente da CPI, Hugo Motta (PMDB) sugeriu que a sessão se tornasse fechada.

Com uma expressão de forte abatimento e cansaço, Dirceu teve que ouvir os questionamentos e julgamentos de diversos deputados, além do relator da CPI, Luiz Sérgio (PT), mas só pronunciou uma frase: “Seguindo orientações do meu advogado, permanecerei em silêncio.” (Bahia Notícias)

CPI DA PETROBRAS APROVA CONVOCAÇÃO DE MINISTRO

jose_eduardo_cardozo_11Agência Brasil

Deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras repetiram hoje (9) a estratégia da semana passada e aprovaram em bloco 73 requerimentos de convocações de autoridades e outras pessoas envolvidas na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Foram aprovadas as convocações do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, do empresário Júlio Camargo, da advogada Beatriz Catta Preta que defende a maior parte dos delatores investigados, do empresário Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, e o do policial Jaime de Oliveira, acusado de transportar dinheiro de propina a serviço do doleiro Alberto Youssef.

Antes de a sessão começar já havia acordo para a aprovação das convocações de Cardozo, Camargo e Baiano. O ministro deve ser questionado sobre o grampo ilegal encontrado na cela de Youssef. Júlio Camargo, ex-representante no Brasil da empresa Toyo Setal, está sendo investigado por ter pago US$ 30 milhões em propina para o operador do PMDB, Fernando Baiano. Em delação premiada, Camargo confirmou que os pagamentos foram feitos a diretores da Petrobras ligados à legenda.

Apenas os requerimentos de quebra de sigilo foram aprovadas separadamente. Os parlamentares quiseram garantir o acesso a informações, já que a família do doleiro Alberto Youssef conseguiu liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) para não abrir dados alegando falta de fundamentação da CPI.

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CPI PARA INVESTIGAR CBF É CONFIRMADA NO SENADO

O senador Romário (PSB-RJ) defende uma 'devassa' na CBF. Foto: Divulgação

O senador Romário (PSB-RJ) defende uma ‘devassa’ na CBF. Foto: Divulgação

O Senado confirmou nesta sexta-feira, 29, a criação da Comissão Parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o comitê organizador local da Copa do Mundo FIFA 2014. A instalação dependerá da indicação dos integrantes pelos partidos.

O requerimento, com 53 assinaturas, foi protocolado pelo senador Romário (PSB-RJ) na quarta-feira, 27, e o prazo máximo para retirada de algum nome encerrou à meia-noite desta quinta, 28.

De acordo com o parlamentar, as investigações vão abrir a caixa preta da CBF. “Este é o momento oportuno para fazermos uma devassa na CBF”, afirmou.

Os líderes partidários têm agora cinco dias para indicar os senadores que integrarão o colegiado, o que leva em conta o cálculo de proporcionalidade das bancadas e partidos no Senado.

A comissão terá 180 dias para investigar possíveis irregularidades em contratos feitos para a realização de partidas da Seleção brasileira de futebol, de campeonatos organizados pela CBF, assim como para a realização da Copa das Confederações em 2013 e da Copa do Mundo de futebol de 2014.

IMPEACHMENT É CORTINA DE FUMAÇA

Ricardo artigo2RICARDO RIBEIRO

 “Quem alimenta a história do impeachment está muito mais interessado no poder do que em qualquer outra coisa. Não se trata de preservar os direitos dos trabalhadores (isso nunca fez parte do projeto da direita) ou de eliminar uma corrupção com a qual a classe política brasileira sempre conviveu e compactuou”.

Sinceramente, neste domingo eu não vou. Não vou servir de massa de manobra em um movimento totalmente manipulado pela mídia e setores da política que tentam desviar a atenção do que de fato interessa.

A intolerância à corrupção é positiva e necessária, mas não é um eventual impeachment da presidente que tornará o Brasil um país melhor. Quem vende essa ideia está mais interessado em enganar a população.

O fato de que a maioria dos parlamentares integrantes da CPI da Petrobras recebeu doações de campanha de empreiteiras investigadas na operação Lava Jato já diz tudo. Há corrupção entre réus, acusadores e julgadores. E se uns forem substituídos, é certo que os substitutos terão as mãos sujas.

Não, não é o impeachment que resolverá os problemas do país. O Brasil precisa se levar mais a sério e refletir com responsabilidade sobre os caminhos que precisa traçar e, inclusive, para exigir mais do governo. Ter postura crítica, sim, mas sem entrar na esparrela imposta por quem não se conforma com a transformação de privilégios de uns poucos em direitos da maioria.

É fato que o governo cometeu erros na gestão da política econômica e agora tenta jogar nas costas dos trabalhadores o peso do ajuste fiscal. Quem ascendeu socialmente agora se vê ameaçado pelo retrocesso, o que justifica a perda de popularidade da presidente.

A questão é que se o timoneiro fosse outro, tucano ou marciano, seria muito difícil não seguir o mesmo receituário. Muitos vão dizer, não sem razão, que se tais restrições são inevitáveis, é porque o governo do PT colocou o país em uma situação complicada.

Vá lá que seja, mas quem alimenta a história do impeachment está muito mais interessado no poder do que em qualquer outra coisa. Não se trata de preservar os direitos dos trabalhadores (isso nunca fez parte do projeto da direita) ou de eliminar uma corrupção com a qual a classe política brasileira sempre conviveu e compactuou. O objetivo maior é destruir o PT, interromper o atual governo e eliminar qualquer possibilidade do ex-presidente Lula reconquistar a presidência em 2018.

Essa turma tem uma pauta diferente das ruas, mas utiliza as ruas e o discurso do impeachment para alcançar seus propósitos menores. Interessante que eles não querem reforma política, o que poderia mudar as regras de um jogo espúrio e origem de tantas mazelas. Por que será?

RENAN DIZ QUE LÍDERES TÊM 5 DIAS PARA INDICAR NOMES À CPMI

ed639f346bf37de03df0bd92cbb9f31dO presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) esclareceu nesta quarta-feira (7) que durante a sessão do Congresso, convocada para esta noite, dará prazo de cinco dias úteis para que os líderes partidários façam as indicações dos nomes que vão compor a comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) que vai investigar irregularidades na Petrobras. “Disseram que eram cinco sessões do Congresso exatamente.

Na verdade, não são cinco sessões, são cinco dias, tirando o sábado e o domingo, um prazo curtíssimo”, garantiu. Segundo a Mesa Diretora do Congresso, regimentalmente não há prazo definido para indicação dos membros de uma CPI, mas com a definição do prazo pelo presidente do Congresso parlamentares governistas e de oposição têm até a próxima quarta-feira (14) à noite para fazer as indicações. Depois desse prazo, caberá ao próprio senador designar os nomes que vão preencher as vagas restantes.

A partir daí, caberá ao mais idoso dentre os indicados convocar a reunião de instalação. Questionado sobre manobras da base do governo que estariam impedindo a instalação imediata da CPMI da Petrobras, Renan garantiu que o regimento será cumprido. “Ninguém está pesando em ganhar mais tempo ou perder tempo. Vocês têm visto: no dia a dia a oposição reclama, o governo reclama também. O presidente tem que manter o equilíbrio e dentro do possível levar os trabalhos adiante”, disse.

RENAN CANCELA ENCONTRO COM OPOSIÇÃO SOBRE CPMI DA PETROBRAS

ed639f346bf37de03df0bd92cbb9f31dLideranças do governo informaram há pouco, depois de reunião no Palácio do Planalto, que foi cancelada a reunião de líderes da base aliada e da oposição com o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), marcada para as 16h, a fim de discutir a criação de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) para investigar denúncias contra a Petrobras.

Na semana passada, em cumprimento à decisão liminar da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF) – que determinou a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Senado restrita a investigar denúncias de irregularidades na estatal – Calheiros decidiu que instaria, inicialmente uma CPI no Senado, e convocou os líderes partidários a indicarem os representantes para integrar o colegiado. Representantes da oposição, contudo, questionaram a decisão do presidente do Senado e reivindicaram a criação de uma comissão mista – composta por deputados e senadores – e formada não apenas por senadores.

O peemedebista, então, convocou a reunião com as lideranças das duas Casas para tratar do assunto. “O presidente do Congresso tinha convocado uma reunião para hoje à tarde, mas a informação que recebo agora é que a reunião foi cancelada e ele [Renan] vai tomar uma outra decisão”, disse o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), sem adiantar qual seria a decisão.Leia mais na Agência Brasil.

SENADORES DO PMDB DEFENDEM QUE RENAN DESISTA DE RECURSO CONTRA CPI

 

Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado

Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado

Política Livre

Lideranças peemedebistas fecharam questão em torno da atuação na CPI da Petrobrás e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve desistir de recorrer ao plenário do Supremo Tribunal Federal.

Na avaliação da cúpula do partido, o desgaste de questionar a decisão da ministra Rosa Weber, que determinou a imediata instalação da comissão, foi empurrada para “a conta” do partido. O próprio PT, da presidente Dilma Rousseff, desistiu de apelar ao STF para tentar inviabilizar as investigações.

Em Roma desde a semana passada, onde acompanhou ao lado do vice-presidente Michel Temer a missa em ação de graças pela canonização do padre José de Anchieta, Renan conversou por telefone com nomes de peso do partido, insatisfeitos com sua iniciativa de recorrer, anunciada na quinta-feira. A provável mudança de rota na estratégia de Renan vai de encontro ao que já havia sido acordado entre os correligionários, em uma sequência de jantares nas últimas semanas.

“Entrar com recurso no pleno para quê?”, questionou o líder peemedebista no Senado, Eunício Oliveira (CE), um dos que ligou para o presidente do Senado para lhe dizer que “ele havia se precipitado” ao distribuir a nota sobre o recurso.

RENAN DIZ QUE ‘NÃO HÁ O QUE FAZER’ PARA EVITAR CPI

renancalheiros

G1

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criticou nesta quinta-feira (27) a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Petrobras, cujo requerimento de criação foi protocolado pela oposição nesta manhã. O parlamentar, contudo, disse que “agora não há mais o que fazer” e disse que vai marcar a data para leitura do pedido.

A oposição no Senado conseguiu 28 assinaturas – uma a mais que o mínimo necessário – para a criação da CPI, que vai apurar denúncias de irregularidades na Petrobras. Entre os temas a serem investigados está a compra, pela estatal, da refinaria Pasadena, no Texas (EUA). A transação é alvo de apurações no Ministério Público, no Tribunal de Contas da União e na Polícia Federal por suspeita de superfaturamento.
Renan Calheiros, que já vinha criticando a iniciativa da oposição, disse nesta quarta que uma CPI em ano eleitoral “mais atrapalha do que facilita”. “Mas agora não há mais o que fazer”, declarou.
A criação da CPI depende agora da leitura do requerimento em plenário, o que ainda não tem data para ocorrer, segundo informou Renan Calheiros. Ele pretende agendar a leitura com os líderes partidários.
“Vamos marcar a data, fazer a conferência dos nomes e instalar a comissão. O comum é combinar com os líderes qual o melhor calendário. Pretendo fazer isso agora”, disse.
A data da leitura do requerimento é importante porque representa a criação formal da CPI. Antes, porém, a Secretaria da Mesa precisa conferir as assinaturas e liberar o documento. Os senadores têm até as 23h59 do dia da leitura para desistirem de apoiar a comissão.
Para Calheiros, a comissão representa “palanque” eleitoral. “A nossa preocupação com a CPI é porque ela vai montar palanque muito próximo com a eleição”, afirmou.
Requerimentos
Além do pedido protocolado no Senado para a criação de uma CPI na Casa, outras duas coletas de assinaturas estão sendo feitas separadamente para a criação de uma CPI mista (formada por deputados e senadores).
No Senado, a coleta de adesões para a CPI mista foi feita junto com a da CPI que teve pedido protocolado nesta quinta. Restam as assinaturas de ao menos 171 deputados. Na Câmara, requerimento do PPS para criar CPI mista já tem o número mínimo de assinaturas, mas a oposição quer chegar à marca de pelo menos 200 assinaturas de deputados antes de começar a coletar assinaturas de senadores.
Na próxima terça-feira (1º), líderes do PPS e do PSDB na Câmara e no Senado se reúnem para decidir que medidas tomarão para criar a CPI mista.
Ainda que os dois requerimentos, juntos, somem 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores, para que a CPI mista seja protocolada, é necessário que essas quantidades mínimas de apoiadores estejam concentradas no mesmo documento




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