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:: ‘economia’

BRASIL CRESCE MAIS QUE O ESPERADO NO 2º TRIMESTRE, MAS INVESTIMENTOS AINDA RECUAM

 

Reuters

O Brasil cresceu mais do que o esperado no segundo trimestre diante da recuperação do consumo das famílias em meio ao cenário de inflação e juros em queda, mas os investimentos produtivos continuaram caindo, evidenciando que a recuperação da atividade será gradual.

O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 0,2 por cento entre abril e junho passados sobre os três meses anteriores, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

A boa surpresa também veio na comparação com o segundo trimestre de 2016, com o PIB crescendo 0,3 por cento, o primeiro resultado anual positivo desde o primeiro trimestre de 2014 (+3,5 por cento).

Pesquisa da Reuters apontava que a economia cresceria 0,1 por cento entre abril e junho na comparação com o trimestre anterior e ficaria estagnada sobre o segundo trimestre de 2016.

No primeiro trimestre deste ano, o Brasil havia crescido 1 por cento sobre o período imediatamente anterior, interrompendo dois anos seguidos de recessão devido à forte expansão do setor agropecuário, mas com os investimentos produtivos ainda em queda. :: LEIA MAIS »

IPCA DESACELERA EM JUNHO E REGISTRA PRIMEIRA QUEDA EM 11 ANOS

Resultado ocorre logo após a redução das metas de inflação para os próximos anos. Foto: Marcos Santos/USP Imagens.

Em meio à estabilização da economia, o País registrou queda nos preços (deflação) pela primeira vez em 11 anos. Em junho, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, apresentou retração de 0,23%. Esse também é o melhor resultado para o mês desde a criação do Plano Real, em 1994.

Diante desse desempenho, a inflação acumulada nos últimos 12 meses voltou a cair, de 3,60% para 3,00%. No primeiro semestre, o IPCA ficou em 1,18%, bem abaixo dos 4,42% registrados no mesmo período do ano passado.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). :: LEIA MAIS »

REFORMA DA PREVIDÊNCIA É ESSENCIAL PARA AVANÇO DE INVESTIMENTOS, DIZ MEIRELLES

Meirelles explicou que com a reforma, País poderá direcionar mais recursos para outras áreas. Foto: Gustavo Raniere/MF

Meirelles explicou que com a reforma, País poderá direcionar mais recursos para outras áreas. Foto: Gustavo Raniere/MF

Durante evento do Banco Mundial, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o Brasil só conseguirá aumentar os investimentos em infraestrutura se fizer a reforma da Previdência. “No curto prazo, não há como aumentar rapidamente o investimento público dado o forte crescimento da despesa com Previdência”, observou.

Em sua palestra, o ministro explicou que as despesas primárias tomam um espaço cada vez maior do Orçamento. E, segundo ele, a maior parte desses gastos é com Previdência. Meirelles relatou, ainda, que 54% da despesa primária de 2016 foi direcionada para o sistema previdenciário

Os investimentos, em contraponto, têm um espaço reduzido. No ano passado, eles chegaram a 1% do PIB. No curto prazo, será preciso a participação do setor privado para recuperar o investimento. “O Brasil enfrenta claramente, agora, o desafio da Previdência Social”, ponderou.

Meirelles também fez uma avaliação sobre o desempenho econômico do País que, na sua visão, começa a dar sinais claros de retomada. “No primeiro trimestre, o Brasil já deu indicações ao governo em uma taxa bastante relevante”, disse. “Esperamos cerca de 0,7% ou 0,8% de crescimento da economia no primeiro trimestre”, emendou.

MERCADO FINANCEIRO MELHORA PROJEÇÃO PARA O PIB

Boletim Focus mostra que analistas estão mais otimistas com a economia brasileira. Foto: Arquivo EBC

Boletim Focus mostra que analistas estão mais otimistas com a economia brasileira. Foto: Arquivo EBC

Analistas do mercado financeiro projetam que a economia brasileira vai superar a mais grave recessão dos últimos anos. Estima-se que o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no País, avance 0,46%. As informações fazem parte do Boletim Focus, uma publicação semanal que reúne as projeções de cerca de 100 analistas, a partir de dados do Banco Central.

Há uma semana, o estimado era 0,43%. A nova projeção para o PIB ocorre em meio a uma melhora no cenário de juros e inflação. Pela oitava semana consecutiva, a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu, dessa vez de 4,04% para 4,03%. Para 2018, o cenário também melhorou, de 4,32% para 4,30%.

E a melhora nas projeções de inflação também ocorre num momento em que os juros caem no País. A expectativa é de que a taxa básica de juros, a Selic, encerre o ano em 8,50%. Para 2018, a projeção é de que a taxa fique nesse mesmo patamar.

Na última reunião, a diretoria do Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic de 12,25% para 11,25% ao ano. A decisão foi seguida do anúncio na queda dos juros oferecidos pelas principais instituições financeiras.

PRÉVIA DO PIB AVANÇA PELO SEGUNDO MÊS, DIZ BC

Prévia do PIB, o indicador divulgado pelo Banco Central cresceu pela segunda vez seguida em fevereiro. Foto: Arquivo EBC

O IBC-Br foi construído com base na evolução da agropecuária, da indústria e do setor de serviços. Foto: Arquivo EBC

Após iniciar o ano em alta, a atividade econômica deu mais um sinal de recuperação. Puxada pelo setor de serviços, a economia brasileira registrou avanço de 1,31% em fevereiro, conforme o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central.

O índice é Considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas do País em um determinado período. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentará os dados equivalentes à atividade econômica do primeiro trimestre em junho.

O resultado está dentro do esperado pela equipe econômica, que vem sinalizando um crescimento da economia ainda no primeiro trimestre deste ano. Para 2017, a expectativa é de que o PIB cresça 0,5%.

O resultado favorável em fevereiro foi influenciado positivamente pelo setor de serviços, que cresceu 0,7% na comparação com janeiro. Entre os ramos dos serviços, os principais dados foram registrados pelos serviços prestados às famílias (+0,6%), transportes e correio (+0,5%) e em serviços profissionais, administrativos e complementares (+0,2%).

MOODY’S MUDA PERSPECTIVA DO BRASIL DE NEGATIVO PARA ESTÁVEL

Foto: EFE

Foto: EFE

A agência de classificação de risco Moody’s, que avalia quanto um local é seguro para investimentos, vai melhorar a nota do Brasil de negativa para estável. Isso pode significar mais dólares, projetos e empregos no País.

Essa mudança de percepção, explicou a agência por meio de nota, se dá por uma melhora das condições macroeconômicas. A instituição relatou ainda que vê uma recuperação do crescimento econômico em 2017 e uma queda da inflação mais rápida que o esperado.

A Moody’s lembra que no ano passado surgiu um ambiente mais positivo para essas mudanças, o que mostra também que há uma melhora do funcionamento das instituições.

GOVERNO ANUNCIA SE HÁ NECESSIDADE DE AUMENTO DE IMPOSTOS DIA 22, DIZ MEIRELLES

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

BRASÍLIA (Reuters) – O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quarta-feira que no próximo dia 22 será anunciado se haverá necessidade de aumento de impostos, bem como a possibilidade de correção da tabela do Imposto de Renda.

“Qualquer anúncio nesse sentido vai ser feito apenas no dia 22 porque, aí sim, os cálculos estarão finalizados”, disse o ministro após abrir reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Na data, o governo divulgará o relatório de receitas e despesas do primeiro bimestre, ocasião em que também atualizará as projeções para dados econômicos.

Caso precise cortar gastos para cumprimento da meta de resultado primário, Meirelles destacou que o governo vai destacar na próxima semana o tamanho do contingenciamento.

Meirelles repetiu que a divulgação da lista dos políticos que serão investigados após citação por delatores na operação Lava Jato não deve prejudicar o andamento da reforma da Previdência, e que a expectativa continua sendo de votação da matéria na Câmara dos Deputados em abril.

Após o ministério da Fazenda ter sido invadido nesta manhã por centenas de manifestantes como parte do “Dia Nacional da Mobilização”, contra as reformas da Previdência e trabalhista, Meirelles avaliou que o debate sobre as mudanças para aposentadoria é saudável e positivo, mas que violência e destruição do patrimônio público são condenáveis.

Meirelles afirmou que o andar de seu gabinete não chegou a ser ocupado, mas que existem avarias ao edifício que ainda terão que ser avaliadas, já que o prédio ainda está ocupado.

O ministro disse ainda que a nova rodada da regularização de recursos não declarados no exterior, aprovada na véspera pelo Senado, deve gerar arrecadação inferior a 10 bilhões de reais para a União considerando a projeção que existe na peça orçamentária de 2017.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL AVANÇA EM 12 ESTADOS EM JANEIRO, DIZ IBGE

Pesquisa do IBGE mostra retomada da produção industrial em 2017. Foto: Arquivo/EBC

Pesquisa do IBGE mostra retomada da produção industrial em 2017. Foto: Arquivo/EBC

Importante termômetro para a economia brasileira, a produção industrial começa a dar os primeiros sinais de recuperação. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o setor venceu os desafios de 2016 e que, agora, caminha para um quadro de crescimento sustentável. Em janeiro, das 15 regiões pesquisadas, 12 cresceram em comparação ao mesmo período do ano passado.

Os números, divulgados nesta terça-feira (13), integram a pesquisa regional, que faz uma radiografia da indústria brasileira. Com esse desempenho, de crescimento disseminado pelo País, a produção industrial registrou crescimento de 1,4% em janeiro na comparação ao mesmo mês do ano passado.

Para o trabalhador do setor, os números são uma boa notícia depois de a produção industrial ficar em baixa no ano passado. Quanto mais a produção crescer, maior é a confiança dos empresários de que a economia está bem. Com isso, as fábricas ficam mais próximas de tirar projetos da gaveta e de aumentar o número de contratações.

Os locais com desempenho mais expressivo nessa pesquisa foram Pernambuco (+14,1%), Espírito Santo (+13,4%) e Mato Grosso (+13,3%). Goiás (+8,5%), Pará (+8,2%), Amazonas (+7,5%), Santa Catarina (+5,6%), Minas Gerais (+4,8%), Rio de Janeiro (+4,6%) e Paraná (+4,1%) também são estados que tiveram resultados acima da média da indústria. Também ficaram no azul, São Paulo (+1,2%) e Ceará (+0,4%).

Na comparação mensal, os números de janeiro apresentaram uma leve queda em relação a dezembro. Ainda assim, nove dos 14 locais pesquisados apresentaram evolução nessas bases, como é o caso do Espírito Santo (+4,1%), Pará (+2,4%) e Goiás (+2,4%), que atenuaram as quedas da Bahia (-4,3%) e Ceará.

EMPREGO NA INDÚSTRIA

Em janeiro, esse aumento da produção industrial já se refletiu em novos empregos. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor gerou 17,5 mil postos de trabalho. De 12 ramos observados, dez tiveram desempenho positivo no mês.

DEMORA NA APROVAÇÃO DE REFORMAS PODE LEVAR A MEDIDAS DRÁSTICAS, DIZ BARBOSA

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, participou hoje do Seminário Tesouro 30 anos, organizado em comemoração ao aniversário de 30 anos da Instituição. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, participou hoje do Seminário Tesouro 30 anos, organizado em comemoração ao aniversário de 30 anos da Instituição. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Agência Brasil

A demora na aprovação de reformas econômicas estruturais pode obrigar o governo a ter que adotar, muito em breve, medidas “drásticas” para controlar a deterioração da economia brasileira, disse hoje (10) o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, durante apresentação em seminário do Tesouro Nacional.

O governo prepara, no momento, uma proposta de reforma fiscal, com o objetivo de reduzir os gastos obrigatórios do governo e dar mais espaço para o controle das despesas públicas, além de uma outra na previdência, para rever as regras de aposentadoria e reverter o déficit no setor em médio prazo. Ambas devem ser enviadas ao Congresso Nacional até o fim de abril, segundo o ministro.

“Essas propostas em construção têm a caracterítica de serem graduais, promoverem regras de transição. Ainda estamos em uma situação que podemos enfrentar esses problemas de um modo previsível e gradual, sem sobressaltos, sem surpresas”, disse Barbosa. No entanto, “o adiamento do enfrentamento desses problemas vai tornar inevitável a adoção de soluções mais drásticas num futuro muito próximo, o que não é bom para ninguém”, afirmou. :: LEIA MAIS »

FITCH REBAIXA NOTA E BRASIL PERDE GRAU DE INVESTIMENTO

Agência Brasil

A agência de classificação de risco Fitch Ratings retirou o grau de investimento do Brasil, com rebaixamento da nota soberana do país. O grau de investimento é conferido a países considerados bons pagadores e seguros para investir. A nota do Brasil passou de BBB- para BB+.

Além de rebaixar a nota, a Fitch colocou o Brasil em perspectiva negativa. Segundo a agência, o rebaixamento é reflexo da recessão econômica mais profunda do que se esperava, do cenário fiscal adverso e do crescimento da incerteza política, que pode afetar a capacidade do governo de implementar ajustes para estabilizar a crescente dívida pública.

Para a Fitch, o aumento das taxas de desemprego, o crédito mais restrito, a confiança em queda e a alta inflação estão reduzindo o consumo. A agência também destaca que o ambiente externo continua difícil para o Brasil, com a queda dos preços de commodities (produtos primários com cotação internacional), a desaceleração da economia da China e o aperto das condições financeiras internacionais.

Essa é a segunda agência de classificação de risco a retirar o grau de investimento do Brasil. Em setembro, a Standard&Poor’s reduziu a nota de crédito do Brasil de BBB- para BB+, com perspectiva negativa. Quando duas agências retiram o grau de investimento, fundos estrangeiros têm que retirar recursos aplicados no país. :: LEIA MAIS »

PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA DA BAHIA PARA 2016 PREVÊ AUMENTO DE 6,5%

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O Projeto de Lei Orçamentária Anual da Bahia para 2016 prevê um aumento de 6,5% em relação ao orçamento deste ano. O documento foi entregue na quarta-feira (30) pelo vice-governador e secretário do Planejamento, João Leão, ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo. A proposta orçamentária fixa as despesas para 2016 em R$ 42,6 bilhões, enquanto o valor para 2015 é de R$ 40 bilhões.

“Esta proposta reflete uma expectativa para a economia, tendo como base a conjuntura de 2015 e as possibilidades de crescimento para o próximo ano”, explicou João Leão. A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) baiano para 2016 é de 1,9%, enquanto a estimativa brasileira é de 0,7%.

Essa expectativa de crescimento da economia baiana, de acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan), é projetada com base na perspectiva de recuperação do nível de emprego, do crescimento de renda da população e do aumento dos investimentos em atividades importantes para o estado, a exemplo de mineração, energia eólica e infraestrutura, e também os investimentos em ferrovias, portos e aeroportos e agroindustriais, intensificando o processo de desconcentração territorial da renda. :: LEIA MAIS »

DÓLAR CONTINUA SUBINDO E BATE RECORDE HOJE

Agência Brasil

O dólar continua a subir e bater recorde na manhã de hoje (24). Às 9h29, o dólar comercial estava cotado a R$ 4,2134. Ontem, a moeda fechou com forte alta, vendida a R$ 4,146, com alta de R$ 0,092 (2,28%). O dólar subiu mesmo com intervenções do BC no mercado de câmbio.

Ontem, o BC fez leilões de venda de dólares das reservas internacionais com compromisso de recompra futura e de novos contratos de swap (operação equivalente à venda de dólares no mercado futuro), que não era realizado desde abril.

O BC vinha realizado apenas operação de rolagem (renovação) de swaps cambiais. Além de fazer os leilões, ontem, o BC anunciou um leilão de swap cambial para hoje.

INFLAÇÃO TEM QUEDA EM AGOSTO E AUMENTO NO ACUMULADO DO ANO

dinheiro_calculadoraO Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 0,22% em agosto, abaixo do registrado em julho de 0,62%, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o menor IPCA para os meses de agosto desde 2010, quando registrou 0,04%.

Em relação ao acumulado de janeiro a agosto, foi a taxa mais elevada desde 2003 (7,22%). Nos últimos 12 meses, o índice situou-se em 9,53%, próximo aos 9,56% dos 12 meses imediatamente anteriores.

De julho para agosto, vários itens ficaram mais baratos, com destaque para as passagens aéreas, cuja queda de 24,90%. Observando os últimos 12 meses, o item acumula queda de 14,64%.

No grupo transportes, destacaram-se, ainda, queda de 1,03% no preço dos automóveis usados. Em contraposição, aumento nos preços da gasolina de 0,67% e dos automóveis novos de 0,30%.

ALIMENTOS E BEBIDAS

No grupo alimentação e bebidas (-0,01%), parte expressiva dos produtos pesquisados passou a custar menos de julho para agosto, destacando-se a batata-inglesa (-14,75%), o tomate (-12,88%) e a cebola (-8,28%), que, juntos, tiveram contribuição de 10%. no índice do mês.

Considerando aqueles que subiram em agosto, os destaques foram a farinha de mandioca (4,40%) e o alho (2,74%).

INPC VARIA 0,25% EM AGOSTO

Semelhante ao IPCA, porém refletindo o custo de vida para famílias com renda mensal de 1 até 6 salários mínimos, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apresentou variação de 0,25% em agosto, e ficou 0,33 %. abaixo do resultado de 0,58% de julho.

Com isto, o acumulado no ano fechou em 7,69%, bem acima da taxa de 4,11% relativa à igual período de 2014. Considerando os últimos 12 meses, o índice está em 9,88%, pouco acima dos 9,81% relativos aos 12 meses anteriores. Em agosto de 2014 o INPC foi de 0,18%.

EM ENTREVISTA, LEVY DIZ QUE GOVERNO VAI CORTAR GASTOS MAIS QUE EM OUTROS CASOS

Foto: Reprodução / TV Globo

Foto: Reprodução / TV Globo

G1

O ministro da Fazenda Joaquim Levy disse que “o governo vai, deve cortar gastos, sim. Mais do que já cortou em alguns casos”, em entrevista ao Jornal da Globo, após a agência de classificação de risco Standard & Poors anunciar a perda do grau de investimento para a economia brasileira.

“Existe um problema difícil, que é um programa que só vai ser vencido se as pessoas olharem com responsabilidade. A gente tem dado um diagnóstico transparente, verdadeiro e agora as pessoas têm que tomar essas responsabilidades em todos os níveis. O governo vai, deve cortar gastos, sim. Mais do que já cortou em outros casos. E com gestão, ferramentas inteligentes. E, se precisar, a gente tem que ter disposição de também fazer um sacrifício para todo mundo poder voltar a ter a economia crescendo”, disse Levy.

Leia mais.

GOVERNO DESCARTA SAÍDA DE LEVY, QUE VOLTA ATRÁS E IRÁ A REUNIÃO DO G20

Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

Reuters

O governo fez nesta quinta-feira (3) um esforço concentrado para demonstrar que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ainda está na condução da economia brasileira, apesar de intensas especulações de perda de espaço e de que deixaria o cargo, após inicialmente cancelar viagem à Turquia para reunião do G20.

“O ministro Levy fica no governo. É um ministro forte. As diretrizes da macroeconomia são do ministro Levy. As diretrizes são de um governo que busca autoridade, equilíbrio fiscal e persegue superávit (primário)”, disse à Reuters o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva.

Levy, que chegou mais cedo a cancelar sua viagem para a reunião do G20 na Turquia, voltou atrás após participar de reunião da Junta Orçamentária no Palácio do Planalto.

A convocação de Levy para a reunião liderada pela presidente Dilma Rousseff foi outro gesto para mostrar que o titular da Fazenda continua forte. O encontro estava previsto apenas com os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Nelson Barbosa (Planejamento).

Em entrevista após a reunião da Junta Orçamentária, Mercadante enfatizou ser “evidente” que Levy fica. “Ele tem compromisso com o Brasil, tem compromisso com esse projeto, sabe a importância que ele tem para a sétima economia do mundo como ministro da Fazenda”, afirmou.

Segundo Mercadante, a permanência de Levy no cargo não foi tratada na reunião. “Tratamos de coisas objetivas e construtivas”, garantiu.




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