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:: ‘jornalista’

MORRE O JORNALISTA RICARDO BOECHAT EM QUEDA DE HELICÓPTERO

Ricardo Boechat morreu aos 66 anos nesta segunda. Foto: Divulgação/Band

O jornalista Ricardo Boechat morreu nesta segunda-feira (11) vítima de um acidente de helicóptero. O âncora do Jornal da Band é uma das duas vítimas fatais, informou o grupo de comunicação em seu portal.

A aeronave caiu em cima de um caminhão no km 22 da Rodovia Anhanguera, sentido interior, com o Rodoanel, no começo desta tarde e acabou explodindo. O motorista do caminhão foi socorrido pela concessionária. Boechat estava voltando de Campinas, onde tinha ido dar uma palestra.

Aos 66 anos, Boechat era um dos principais nomes do jornalismo brasileiro. Além do comando do Jornal da Band, ele também era âncora da rádio BandNews FM e tinha uma coluna semanal na revista ISTOÉ.

Filho de um diplomata brasileiro, ele nasceu em Buenos Aires quando o pai servia o Ministério das Relações Exteriores.

Boechat começou a carreira no jornalismo na década de 1970 como repórter do extinto jornal Diário de Notícias. O jornalista também passou pelo O Globo e chegou a ocupar a secretaria de Comunicação Social no governo Moreira Franco. Boechat ainda trabalhou nos jornais O Dia, O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil. Na Band, o apresentador chegou a ocupar o cargo de diretor de jornalismo.

Ao longa da carreira, Boechat acumulou muitos prêmios. O jornalista conquistou o Prêmio Esso em três oportunidades (1989, 1992 e 2001). Ele também é o recordista de vitórias no Prêmio Comunique-se, ganhando em três categorias diferentes (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV).

MPF PEDE ESCLARECIMENTO A SBT POR OPINIÕES DE RACHEL SHEHERAZADE

xIMAGEM_NOTICIA_5.jpg.pagespeed.ic.Mi5Uw39XnZBahia Notícias

O SBT foi notificado por ofício enviado pelo procurador da República Pedro Antônio de Oliveira Machado, do Ministério Público Federal em São Paulo, a prestar esclarecimentos sobre as opiniões emitidas pela apresentadora Rachel Sheherazade, no jornal SBT Brasil.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, também foi encaminhada uma cópia do vídeo em que ela afirma que diz “compreender” as pessoas que amarraram um rapaz suspeito de roubo a um poste em São Paulo.

O canal não comentou o caso e tem até 30 dias para responder à solicitação do MPF. O órgão federal tem um procedimento instaurado, motivado por representações movidas por um grupo de políticos liderados pela deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) e por congressistas do PSOL. Após os esclarecimentos do SBT, o MPF decidirá se abrirá um inquérito sobre o caso.

MPF ACEITOU REPRESENTAÇÃO CRIMINAL CONTRA NOBLAT POR RACISMO E INJÚRIA

Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro aceitou a representação criminal do ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa contra o jornalista Ricardo Noblat. A representação acusa o jornalista de racismo, difamação e injúria no texto “Joaquim Barbosa: Fora do Eixo”, publicado no site do jornal O Globo. As penas previstas pelos crimes incluídos na denúncia podem somar até 10 anos de prisão.

O MPF considerou o conteúdo do texto “manifestamente racista e ofensivo à honra funcional do ministro”. Em outra decisão, a procuradora da República Lilian Guilhon Dore também determinou que a Infoglobo, empresa que publica o jornal O Globo, retire do ar a postagem em 24 horas, contadas do momento da notificação.

Na denúncia, a procuradora aponta as razões dos crimes de difamação, injúria e racismo. E cita o seguinte trecho do texto de Noblat: “Para entender melhor Joaquim, acrescenta-se a cor – sua cor. Há negros que padecem do complexo de inferioridade. Outros assumem uma postura radicalmente oposta para enfrentar a discriminação”.

Sobre esse trecho, o MPF comenta: “Para o denunciado só existem dois tipos de negros, os que padecem do complexo de inferioridade e os autoritários”. E, logo depois, conclui: “Assim sendo, a ação do denunciado, conscientemente voltada à incitação pública à discriminação racial e ao preconceito contra os negros em geral e contra o ofendido em particular, é manifestantemente dolosa e merece ser severamente punida”.

Para a procuradora, o crime é agravado pelo fato de o artigo estar disponível na internet e ter sido publicado em um jornal de grande circulação: “Tal postura, inclusive, prejudica a imagem do Poder Judiciário dentro da nossa democracia”.

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