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:: ‘PDT’

RENOVAÇÃO NA POLÍTICA

Celso Passos (dir), pré-candidato à Assembléia Legislativa e o Deputado Federal Félix Mendonça Júnior. Foto: Divulgação

O Administrador de Empresas, Celso Passos Soares (PDT), desponta como um dos principais nomes a ocupar uma vaga na Assembléia Legislativa da Bahia. Seu primo, o Deputado Federal Félix Mendonça Júnior, Presidente Estadual do PDT-BA e líder da bancada baiana no Congresso Nacional, apoia o seu nome para uma renovação na política da Bahia e consequentemente do Brasil.

A intenção de disputar uma vaga de deputado estadual é comemorada por Félix Júnior: “Um novo nome na política, jovem e comprometido. Tem novas ideias e é antenado nos acontecimentos do nosso Estado”, disse.

Com ótima experiência nas áreas de gestão pública e privada o possível futuro candidato ressalta que “o momento político pede renovação. É preciso os partidos políticos apresentarem novas opções de candidatos aos eleitores. Se minha candidatura vier a se concretizar, vou lutar muito para obter a vitória, e consequentemente, conseguindo, trabalharei por todos os baianos indistintamente e batalharei pelo desenvolvimento das regiões da minha querida Bahia”, finalizou.

STF VAI JULGAR AÇÃO DO PDT QUE DECIDE SE TEMER PODE SER INVESTIGADO

Plenário do STF, em Brasília Foto: Fernando Bizerra Jr/EFE

Plenário do STF, em Brasília Foto: Fernando Bizerra Jr/EFE

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se o presidente da República pode ser investigado por fato cometido antes do exercício do mandato. O ministro Luiz Fux acelerou nesta segunda-feira (15) o julgamento de uma ação proposta pelo PDT na qual a sigla contesta a “imunidade processual temporária” do chefe do Executivo federal. Com este argumento, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não incluiu Michel Temer em pedidos de inquéritos contra autoridades com base nas delações da Odebrecht.

O PDT ajuizou a ação no dia 10 deste mês. O PSOL já havia apresentado um agravo regimental (um tipo de recurso) contra o arquivamento das citações referentes a Temer em um inquérito aberto contra o senador Humberto Costa (PT-PE). Janot se manifestou sobre a representação, mas o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, ainda não decidiu sobre o questionamento.

Fux adotou o rito abreviado para julgar a ação direta de inconstitucionalidade do PDT. Em vez de decidir liminarmente, deferindo ou rejeitando o pedido, ele levou a análise do caso aos demais dez ministros.

A decisão poderá abrir precedente para que um presidente da República seja investigado mesmo por fato anterior ao mandato.

Argumentação

Embora não cite Temer, o PDT argumentou na ação que presidentes podem, sim, ser investigados. A legenda também questionou o posicionamento da PGR de que permitir a investigação de presidente em exercício por fato estranho ao mandato seria “conferir interpretação demasiadamente restritiva ao dispositivo, atentando contra sua finalidade de resguardar a figura do chefe do Poder Executivo federal”.

Na ação, o PDT afirmou que, “se a exigência de estabilidade institucional que justifica a imunidade processual relativa, a título de fator de diferenciação aplicável, restringe-se à persecução criminal em juízo, não há razão para estender tal atributo de cargo eletivo específico, cuja ocupação é sempre transitória, à fase pré-processual da apuração de responsabilidade criminal de cidadão ordinário”. Com isso, o partido defendeu a abertura de investigações.

“Na verdade, é somente com a adoção de providências investigatórias que será possível preservar eventuais elementos de prova indispensáveis à comprovação de delitos comuns, sem relação com o mandato presidencial, até mesmo anteriores”, escreveu o PDT na ação.

Encontro

Temer foi citado em um inquérito que apura a suspeita de pagamento de propina em processo licitatório em que a Odebrecht participou. O único investigado neste inquérito é o senador petista, mas o ex-executivo da Odebrecht Márcio Faria afirmou que os repasses foram acertados em reunião no escritório político de Temer, em São Paulo, em julho de 2010. Na ocasião, segundo o delator, foi negociado o pagamento de US$ 40 milhões ao PMDB. O valor seria referente a 5% de um contrato da construtora com a Petrobrás.

Para o PDT, ainda que o episódio tenha ocorrido antes da posse de Temer, a conduta descrita poderá levar à configuração dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Na época em que a delação foi tornada pública, Temer negou qualquer irregularidade. O Palácio do Planalto não quis comentar a decisão de Fux.
Com informações do Estadão

FÉLIX DIZ QUE CANDIDATURA DE LUCIANO NA UPB É SUPRAPARTIDÁRIA

Vitor Bonfim, Luciano Pinheiro e Félix Junior (Foto: Divulgação)

Vitor Bonfim, Luciano Pinheiro e Félix Junior (Foto: Divulgação)

O presidente estadual do PDT, Félix Júnior e o secretário estadual da Agricultura, Vitor Bonfim, da cota do partido no governo Rui Costa, estão mobilizando os prefeitos da base governista para apoiarem a candidatura de Luciano Pinheiro (PDT), prefeito de Euclides da Cunha, à presidência da União dos Municípios da Bahia (UPB).

“A candidatura de Luciano é suprapartidária e tem respaldo na base do governador Rui Costa. O PDT está fechado com ele”, disse Félix.

“Luciano é jovem e representa as novas idéias. Precisamos disso na UPB. Estamos com ele, vamos arregaçar as mangas para vencer”, finalizou Vítor Bonfim.

Confiante na vitória, o prefeito de Euclides da Cunha, disse que é preciso fortalecer a entidade e que existe uma “necessidade de mudanças” na União dos Municípios baianos. “A UPB precisa melhorar muito sua configuração e precisa contribuir mais com os municípios. A UPB precisa se voltar para os prefeitos, não para o governador nem para fazer trampolim, porque tem gente que quer usar a UPB para ser candidato a deputado federal”, afirmou Luciano Pinheiro.

Pinheiro tem apoio de nomes importantes de oposição ao governador Rui Costa (PT), como os prefeitos de Salvador, ACM Neto (DEM); de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão (PMDB); e de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM).

Além de Luciano, concorre a presidência da UPB o prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro (PSD).

“EU JURO QUE NÃO SABIA DE NADA!”

pedro arnaldoPEDRO ARNALDO MARTINS

Ao ler a manchete “O PT roubou demais e se esgotou”, da recente entrevista do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, a visão que me vêm à cabeça é da o saudoso Leonel Brizola (22.01.1922 – 21.06.2004), líder inconteste de uma geração de revolucionários, político honrado, homem de bem. Na citada visão, deparo-me com Brizola girando no túmulo discordando das afirmações de Lupi.

Ao afirmar que “a gente não quer ser um rato, que foge do porão do navio quando entra a primeira água, mas também não queremos ser o comandante do Titanic, que ficou no barco até ele afundar”, o pedetista parece se contradizer. Pois, até onde se tem público o mesmo foi expurgado do ministério e, mesmo sendo o avalizador do atual ministro do Trabalho, Manoel Dias, não se pode dizer que a participação do ex-ministro no “governo corrupto” foi passiva aos muitos doces que adoçaram a boca de tantas crianças do governo e do Planalto.

As afirmações do ex-ministro do Trabalho levam a duas reflexões. A primeira, de que roubar pouco pode, desde que, também seja sócio da “fábrica de chocolate”. E a segunda, que parece que só agora o presidente nacional do PDT descobriu que o PT rouba, ou que isso só está acontecendo no governo Dilma, isentando o “naco” de responsabilidade de Lula. Daí, de imediato, lembra-me uma frase do ex-presidente Luiz Inácio: “eu não sabia de nada!”.

O que no mínimo se esperava após a entrevista era uma reação dos petistas às afirmativas de Carlos Lupi, seja uma indignação, seja uma posição mais firme contra o PDT, nesse momento em que o governo aventa uma redução dos ministérios, ou até mesmo uma cara feia. Nada! Parece que os membros do Partido dos Trabalhadores começam a perceber que a casa caiu. Perguntar não ofende: quem cala, consente?

 

Pedro Arnaldo Martins é presidente do Diretório do PMDB de Itabuna.

A INCOERÊNCIA DO PDT DE FÉLIX MENDONÇA

felix

Apoios de Félix Mendonça não dialogam com a coerência

Não dá para entender a posição ambígua do PDT. Ao mesmo tempo que admite a possibilidade de aderir ao prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, o deputado federal Félix Mendonça Júnior, presidente da legenda na Bahia, diz que a eventual adesão não significa que o PDT deixará de ter candidato próprio em 2016.

A essa altura da partida, só entra em campo quem estiver disposto a colar com o time. Qual a lógica de ser governo hoje, já planejando se tornar oposição amanhã? Que discurso o PDT utilizará em 2016 para criticar um governo do qual deseja fazer parte em 2015, evidentemente visando a mera ocupação de cargos?

Essa lógica só pode ser a da boquinha, a mesma que “justificou” a pretensão de Félix Mendonça de ser aliado do PT no governo do estado e do DEM na Prefeitura de Salvador. É o fundamento do tudo pelo poder, ainda que mergulhado em incoerências.

É de fazer o  velho Brizola se revirar no túmulo.

TENSÃO PRÉ-VICE NA BAHIA

niloO grupo político do governador Jaques Wagner se encontra em momento de TPV (Tensão Pré-Vice).

A expectativa é de que o chefe do executivo estadual confirme oficialmente até este fim de semana o nome do companheiro de chapa de Rui Costa (PT), pré-candidato ao governo. O nome mais cotado é o do deputado federal João Leão (PP).

Preterido, o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT) – foto -, tomou café da manhã hoje com o governador. E lhe disse, ao pé do ouvido, qual será o caminho do PDT após o anúncio do vice. Pelo tom do deputado estadual, não foi coisa boa o que Wagner ouviu.

Nas últimas semanas, Nilo flertou com o DEM, alimentando expectativas de desenlace com o governo. Como o presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Jr., já confessou que o cenário de rompimento é improvável, a birra do presidente da AL pode ser mais uma jogada visando compensações.

A conferir. 

DA COLUNA “TEMPO PRESENTE” – A TARDE

Os critérios de Wagner – Pouco antes de começar a festa do PTB para Rui Costa, no Hotel Matiz, o governador Jaques Wagner disse que não adota critérios subjetivos para a definição do vice na chapa governista e sim os objetivos.

– A escolha é pessoal, é partidária. Quando o PMDB saiu da aliança, tanto o PP como o PDT ficaram comigo. Sou devedor dos dois. Eu sei que, após a escolha, alguém não vai gostar. Mas eu espero que entenda.

Wagner diz que a ebulição do momento faz parte do processo político:

– O caminho tem obstáculos, pedras e espinhos. O que importa é a chegada.

Wagner diz que só vai anunciar a escolha quando voltar de viagem.

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Fatos e dados – Critério objetivo por critério objetivo, o PP ganha do PDT em todos. Tem três deputados federais contra dois, cinco estaduais contra quatro, 54 prefeitos contra 41, governa municípios maiores e, de quebra, é mais unido como partido.  Traduzindo, João Leão ganha, Marcelo Nilo sobra.

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Vivaldo: governador quer mantê-lo na CAR, apesar do assédio do PP

Vivaldo: governador quer mantê-lo na CAR, apesar do assédio do PP

Caso da CAR – Wagner estuda fórmulas de dar compensações ao PP para não tirar José Vivaldo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), como quer o PP. Ele foi indicado por Luiz Argolo, que saiu do partido, mas é bem avaliado. Wagner quer mantê-lo.

ENA VILMA PODE SER A VICE

Mulher de Negromonte cotada para a vice de Rui

O pré-candidato ao governo da Bahia pelo PT, Rui Costa, sentou-se ontem em um café da manhã com o deputado estadual Marcelo Nilo (PDT) e o federal Mário Negromonte (PP), ambos postulantes a vice. Ao que tudo indica, fumaram o “cachimbo da paz” e descartaram a hipótese de dissidência por conta da definição da majoritária.

Nos bastidores, a conversa é que a vice deverá ser a prefeita de Glória, Ena Vilma, que vem a ser a esposa de Negromonte. Desde o primeiro momento em que a ideia de uma presença feminina na chapa foi ventilada, ainda em janeiro, o pepista mostrou-se ágil em apresentar o nome da patroa. Ao que tudo indica, conseguirá emplacá-la.

As chances de Ena Vilma seriam hoje, inclusive, maiores que as da ex-deputada estadual Eliana Boaventura, atual chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir). Motivo: Eliana não estaria sob o controle dos caciques do PP e Negromonte prefere “tudo em casa”.

O mistério em torno da vice deverá ser desvendado até o próximo dia 16, data do aniversário do governador.

E A VICE VAI PARA…

Ricardo RibeiroRicardo Ribeiro  – ricardorib@outlook.com

O governador Jaques Wagner disse tudo e, ao mesmo tempo, não disse nada na noite carnavalesca desta quinta-feira (27). O assunto, logicamente, era o que mais causa frisson no momento, sobretudo entre pedetistas e pepistas, estes mais indóceis no afã de conquistar postos de relevo na estrutura do poder.

Ao ser perguntado sobre quando o nome do vice seria definido, Wagner afirmou que a escolha já se deu, porém não declinou o nome. Ou seja, persistem as cólicas em quem não dorme mais, pensando em quem será o homem – ou a mulher – ao lado de Rui Costa (PT). Wagner, que não é o noivo, mas um padrinho de escol, já disse que prefere uma chapa com diversidade de gênero.

Se vingar a pressão do PP, o partido assumirá o posto. Não se sabe se com o deputado federal Mário Negromonte ou com uma mulher, estando cotada nesta hipótese a feirense Eliana Boaventura.

Com uma estrutura menor e sem tanto poder de pressão,  o PDT do deputado estadual Marcelo Nilo já corre por fora na disputa pela vice, mas, caso esta lhe caia no colo,também está disponível o nome da secretária estadual de Ciência e Tecnologia, Andrea Mendonça. Mais distante dessa briga, mas também lembrada, está a deputada federal Alice Portugal, do PCdoB.

Os aflitos, no entanto, devem reforçar seu estoque de Buscopan, pois o bendito nome – embora já definido, segundo JW –  somente será divulgado dentro de duas semanas. Um tempo precioso para aparar arestas, promover as reengenharias necessárias, reduzir as tensões presentes e se preparar para as futuras. Que talvez sejam maiores.

Ricardo Ribeiro  é advogado e editor do Bahia 24 Horas.




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