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:: ‘PMDB’

JANOT DENUNCIA AO STF SENADORES DO PMDB POR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Foto: Montagem UOL

Agencia Brasil

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou hoje (8) denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra senadores do PMDB pelo crime de organização criminosa. Foram denunciados os senadores Renan Calheiros (AL), Edison Lobão (MA), Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RO) e Jader Barbalho (PA), além do ex-senador José Sarney.

A íntegra da denúncia ainda não foi divulgada, mas está relacionada com a delação premiada do ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado, empresa subsidiária da Petrobras.

Segundo a PGR, os parlamentares são acusados de ter recebido R$ 864 milhões em propina, por meio de desvios na Petrobras. Os desvios, de acordo com a denúncia, geraram prejuízo de R$ 5,5 bilhões para a estatal e de R$ 113 milhões para a Transpetro.

“As ações ilícitas voltaram-se inicialmente para a arrecadação de recursos da Petrobras por meio de contratos firmados no âmbito da Diretoria de Abastecimento e da Diretoria Internacional, assim como da Transpetro. O aprofundamento das apurações levou à constatação de que, no mínimo entre os anos de 2004 e 2012, as diretorias da sociedade de economia mista estavam divididas entre os partidos políticos responsáveis pela indicação e manutenção dos respectivos diretores ”, diz nota do MPF. :: LEIA MAIS »

JANOT DENUNCIA POLÍTICOS DO PMDB POR CORRUPÇÃO NA TRANSPETRO

Foto: Montagem clicRBS

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta sexta-feira (25) os senadores do PMDB Renan Calheiros, Garibaldi Alves, Romero Jucá e Valdir Raupp, o ex-presidente do Senado José Sarney, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, os administradores da NM Engenharia e da NM Serviços Luiz Maramaldo e Nelson Cortonesi Maramaldo e o executivo Fernando Reis, da Odebrecht Ambiental. Segundo a denúncia, os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro foram cometidos entre 2008 e 2012. Há farto conjunto probatório reunido a partir dos acordos de colaboração de Sérgio Machado, Fernando Reis e Luiz Fernando Maramaldo.

Conforme a denúncia, os senadores e o ex-presidente do Senado, com vontade livre e consciente, comunhão de desígnios e divisão de tarefas, solicitaram, em razão de seus cargos, vantagem indevida ao então presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Para ocultar e dissimular a natureza do dinheiro, os senadores e o presidente da Transpetro ajustaram o pagamento da vantagem indevida por meio de doação efetivada a diretórios estaduais e municipais do PMDB, indicados pelos políticos. Para viabilizar os pagamentos, Sérgio Machado solicitou aos administradores a operação, via doação oficial a diretórios.

Em contrapartida a esses pagamentos, Sérgio Machado praticou atos de ofício para promover, autorizar e direcionar as licitações e contratações da Transpetro em favor da NM Engenharia. :: LEIA MAIS »

REFORMA MINISTERIAL: MINISTRO DA SAÚDE É DEMITIDO POR TELEFONE

Chioro é o primeiro a cair com a reforma ministerial. (Foto: EBC)

Chioro é o primeiro a cair com a reforma ministerial. (Foto: EBC)

A Reforma ministerial, que está sendo tratada pelo Palácio do Planalto, deve ser anunciada nesta quinta-feira (1º). O PMDB, que atualmente ocupa seis pastas, deve passar a comandar sete ministérios. Um deles é o Ministério da Saúde, que confirmou a saída de Arthur Chioro (PT). Por telefone, a presidente Dilma informou ao ministro que ele deixaria o cargo.

De acordo com nota do Ministério da Saúde, “Arthur Chioro tem conversado com a presidenta Dilma Rousseff sobre as articulações envolvendo a pasta na reforma ministerial. Na última quinta-feira (24), o ministro esteve com a presidenta para tratar do assunto e, nesta terça-feira (29), novamente, conversaram sobre o mesmo tema por telefone”, informa.

GERALDO: IR OU NÃO PARA O PMDB, EIS A QUESTÃO

Geraldo Simões recebeu convite do deputado federal Lúcio Vieira Lima, mas os peemedebistas locais querem barrá-lo

Geraldo Simões recebeu convite do deputado federal Lúcio Vieira Lima, mas os peemedebistas locais querem barrá-lo

E aí, Geraldo Simões vai ou não para o PMDB? Essa pergunta volta e meia circula nas rodas políticas de Itabuna e, na última terça-feira, 28, ocupou boa parte do tempo de discussões no plenário da Câmara de Vereadores.

Quem puxou o assunto foi o vereador peemedebista Antônio Cavalcante, o qual – cumprindo missão que lhe fora delegada pelo diretório municipal do seu partido – reiterou posição unânime da executiva local de que não aceita a filiação do ainda petista.

Cavalcante foi aparteado pelo experiente Ruy Machado (PTB), cobra criada nas artes da política, que ponderou: se os irmãos Vieira Lima quiserem, o diretório municipal não terá força para barrar o ingresso de Geraldo e os incomodados que se mudem… Ou aceitem, que dói menos.

 Machado, no entanto, fez questão de jogar água na fervura. Disse ter se encontrado recentemente em Salvador com o deputado federal Lúcio Vieira Lima e este lhe assegurou que o convite feito ao petista não passou de uma brincadeira. Segundo o vereador, Geraldo será candidato a prefeito de Itabuna, mas pelo PT mesmo. E, como ele complementou, para apimentar a história: “com o apoio do PCdoB!”.

Este adendo de “Ruy com Y”, como gostava de chamá-lo o saudoso Eduardo Anunciação, fez a casa ir abaixo. Como se sabe, o PCdoB foi o principal avalista da candidatura do atual prefeito Claudevane Leite (PRB), integra o governo municipal e está comprometido com a reeleição do alcaide.

A menos que…

“EU JURO QUE NÃO SABIA DE NADA!”

pedro arnaldoPEDRO ARNALDO MARTINS

Ao ler a manchete “O PT roubou demais e se esgotou”, da recente entrevista do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, a visão que me vêm à cabeça é da o saudoso Leonel Brizola (22.01.1922 – 21.06.2004), líder inconteste de uma geração de revolucionários, político honrado, homem de bem. Na citada visão, deparo-me com Brizola girando no túmulo discordando das afirmações de Lupi.

Ao afirmar que “a gente não quer ser um rato, que foge do porão do navio quando entra a primeira água, mas também não queremos ser o comandante do Titanic, que ficou no barco até ele afundar”, o pedetista parece se contradizer. Pois, até onde se tem público o mesmo foi expurgado do ministério e, mesmo sendo o avalizador do atual ministro do Trabalho, Manoel Dias, não se pode dizer que a participação do ex-ministro no “governo corrupto” foi passiva aos muitos doces que adoçaram a boca de tantas crianças do governo e do Planalto.

As afirmações do ex-ministro do Trabalho levam a duas reflexões. A primeira, de que roubar pouco pode, desde que, também seja sócio da “fábrica de chocolate”. E a segunda, que parece que só agora o presidente nacional do PDT descobriu que o PT rouba, ou que isso só está acontecendo no governo Dilma, isentando o “naco” de responsabilidade de Lula. Daí, de imediato, lembra-me uma frase do ex-presidente Luiz Inácio: “eu não sabia de nada!”.

O que no mínimo se esperava após a entrevista era uma reação dos petistas às afirmativas de Carlos Lupi, seja uma indignação, seja uma posição mais firme contra o PDT, nesse momento em que o governo aventa uma redução dos ministérios, ou até mesmo uma cara feia. Nada! Parece que os membros do Partido dos Trabalhadores começam a perceber que a casa caiu. Perguntar não ofende: quem cala, consente?

 

Pedro Arnaldo Martins é presidente do Diretório do PMDB de Itabuna.

OS VIEIRA LIMA SÓ OBSERVAM

Ricardo Ribeiro

Os irmãos Vieira Lima – Geddel e Lúcio – não se manifestaram após o calundu do PMDB itabunense, diante do convite feito por Lúcio para que o ex-deputado e ex-prefeito de Itabuna Geraldo Simões se filiasse ao partido.

Geraldo também está quieto, na muda. Diz que se encontra em momento de reflexões para decidir o caminho que irá tomar.

Já no ninho peemedebista, o clima é de alvoroço. Houve quem chamasse Lúcio Vieira Lima de irresponsável e lhe cobrasse explicações, e teve também gente afirmando que o diretório municipal tem autonomia para tocar sua própria vida, sem se submeter a decisões “de cima para baixo”.

A gritaria chega aos irmãos Vieira Lima, mas eles optaram pelo silêncio. Uma mudez que, com todo respeito aos peemedebistas itabunenses, não parece de aceitação, mas de desdém.

Aliás, vale o registro de que a posição contrária à filiação de Geraldo Simões pode não ter a imaginada unanimidade no PMDB local. Uma forte liderança do partido na cidade diz, à boca pequena, que não dá para se entregar assim de bandeja ao ex-deputado, mas – a depender do rumo dos acontecimentos, numericamente falando – tudo pode se ajeitar no tempo certo.

A paciência anda ao lado da política e é com ela que os irmãos Vieira Lima jogam para apascentar os inquietos com a filiação de Geraldo. É certo também que o ex-deputado tem outros partidos para se abrigar, caso venha realmente a sair do PT, mas é difícil imaginar que será a rejeição do diretório local do PMDB que o impedirá de entrar nesta sigla.

Outra máxima bastante apreciada na política é a de que a força maior cessa a menor. Geddel e Lúcio agem com a tranquilidade de quem tomará a decisão que quiser, quando quiser.

CAVALCANTE DIZ QUE “NÃO VÃO ENTRAR NO PMDB PELA JANELA”

Vereador disse que partido terá candidatura própria em 2016

Vereador disse que partido terá candidatura própria em 2016

Reafirmando posição de outros membros do diretório municipal do PMDB de Itabuna, o único vereador do partido na cidade disse ontem, na tribuna do legislativo, que a sigla não teria espaço para acolher o ex-deputado federal e ex-prefeito Geraldo Simões. Há alguns dias, o petista foi convidado a ingressar nas fileiras peemedebistas pelo deputado Lúcio Vieira Lima. O vereador afirmou que não haveria determinações “de cima para baixo” e que o diretório municipal do PMDB teria autonomia.

Em  seu discurso, Cavalcante declarou reconhecer o potencial eleitoral de Geraldo, mas emendou, dizendo que o PMDB hoje busca se consolidar em Itabuna “pela qualidade e não pela quantidade”. Enfatizou ainda que a legenda buscará ter candidatura própria em 2016, mas que não seria a do ex-petista. O próprio vereador se encontra na lista de “prefeituráveis”.

O pronunciamento de Cavalcante foi acompanhado no plenário pelo presidente do diretório municipal do PMDB, Pedro Arnaldo.

PEEMEDEBISTAS LOCAIS REJEITAM GERALDO

Geraldo Simões recebeu convite do deputado federal Lúcio Vieira Lima, mas os peemedebistas locais querem barrá-lo

Geraldo Simões recebeu convite do deputado federal Lúcio Vieira Lima, mas os peemedebistas locais querem barrá-lo

O ex-deputado federal e ainda petista Geraldo Simões enfrenta um momento delicado em sua careira política. Podado pelos caciques estaduais de seu partido, Geraldo tem cogitado mudar de sigla e uma das portas que lhe foram abertas é a do PMDB, convite feito pelo deputado Lúcio Vieira Lima.

O problema é que no partido de Lúcio, Geraldo encontra uma situação semelhante à que ele vivencia no PT, só que com os polos invertidos.

Explica-se: no PT, o ex-deputado é limado pela executiva estadual, mas tem o apoio dos dirigentes locais, até porque controla o diretório; no PMDB, ocorre o contrário: Geraldo conta com o aval dos Vieira Lima, mas é rejeitado pelos peemedebistas locais.

A rejeição ao petista ficou muito clara nesta terça-feira, 7, durante reunião de membros locais do PMDB, entre eles o radialista Val Cabral, inimigo declarado de Geraldo Simões. O nível do entrevero desses dois personagens é tamanho que imaginá-los como correligionários não é um exercício dos mais fáceis.

Fato é que a reunião peemedebista externou a insatisfação dos integrantes do partido em Itabuna diante do convite feito por Lúcio Vieira Lima. Val Cabral chegou a chamar o cacique de seu partido de “irresponsável”. Outro membro, o servidor público Bebeto, cogitou a possibilidade do convite ter sido uma “pilhéria” ou malvadeza do deputado para colocar mais lenha na fogueira da briga entre Geraldo e o PT estadual. O presidente do diretório municipal do PMDB, Pedro Arnaldo, teria dito que o projeto do partido não se harmoniza com os propósitos de Geraldo Simões.

Outros que se manifestaram contra uma possível filiação foram o comerciante Babá Cearense, o médico Renato Costa, o engenheiro Fernando Vita e o vereador Antônio Cavalcante.

É esperado para esta quarta-feira, na sessão plenária da Câmara Municipal, um pronunciamento do vereador, no qual ele dirá que, à unanimidade, os peemedebistas itabunenses não aceitam o ex-deputado em suas fileiras. Até uma desfiliação em massa é cogitada, na hipótese do diretório estadual insistir no convite.

LÚCIO CONFIRMA INTENÇÃO DE ATRAIR PETISTAS GERALDO SIMÕES, LUIZ CAETANO E ZÉ DAS VIRGENS

LucioVieiraLima_09Bahia Notícias

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) admitiu que tem mantido contato com políticos do interior do estado para arquitetar candidaturas da sigla nas eleições de 2016. O parlamentar revelou que tem conversado com nomes como Geraldo Simões, Luiz Caetano e Zé das Virgens, todos petistas influentes em Itabuna, Feira de Santana e Irecê, por exemplo. “Tenho conversado com todos os bons quadros que tenham candidaturas fortes, não só do PT. O PMDB está atento e queremos ter o maior número de candidaturas nas grandes cidades. O nosso critério é dar opção ao povo caso o governo não esteja satisfatório”, afirmou Lúcio ao Bahia Notícias. De acordo com o deputado, Salvador não deve ser um dos municípios com candidatura própria do PMDB por conta da aliança com o prefeito ACM Neto (DEM). “Salvador está sendo bem governada e veio de um caos administrativo que o prefeito pôs em ordem”, minimizou o parlamentar. Lúcio adiantou ainda que a sigla não busca indicar o candidato à vice-prefeitura – no momento. “É importante mas não tem nenhum condicionamento. Se, no futuro, acharem que para chegar à vitória é preciso que o PMDB indique o candidato, nós faremos, mas ainda não há nada certo”, finalizou o deputado.

PMDB DE ITABUNA DIZ QUE FISIOLOGISMO É “PRÁTICA CONDENÁVEL”

pmdbEm uma nota confusa e um tanto contraditória, o PMDB de Itabuna rechaçou o prefeito Claudevane Leite, que em entrevista à Rádio Morena FM insinuou que o partido exigiu cargos para apoiar seu governo.

Segundo a nota, assinada pelo presidente do diretório, Pedro Arnaldo Martins, o prefeito teria atribuído a membros do PMDB a “condenável prática do fisiologismo”.

Não se sabe desde quando o PMDB passou a considerar o fisiologismo uma “prática condenável”, haja vista ser o partido conhecido nacionalmente como fisiológico ao extremo.

A contradição da nota surge no seguinte trecho, escrito logo após a surpreendente condenação do troca-troca:

“Mesmo sabendo que a exigência de cargos em troca de apoio é algo absolutamente normal no processo político, o PMDB de Itabuna, representado por sua Executiva, não exigiu nenhum cargo no governo municipal como condição para, com possível entendimento, compor a base política do prefeito”.

Se exigiu ou não, é incerto, mas nesse último trecho o PMDB foi muito mais fiel aos seus velhos costumes.

 

HERZEM PODE NÃO ASSUMIR CADEIRA DE BRUNO REIS

Bahia Notícias

O suplente Herzem Gusmão (PMDB) – foto -, que deveria assumir a vaga do deputado estadual Bruno Reis (PMDB) na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (AL-BA) após o parlamentar ser confirmado à frente da Secretaria de Promoção Social, Esporte e Combate à Pobreza de Salvador, pode não ter o comemorar (veja aqui). De acordo com a coluna Satélite, dificilmente, Gusmão reverterá no Tribunal Superior Eleitoral a cassação de sua candidatura determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral em novembro do ano passado, em decisão unânime (veja aqui, aqui e aqui). Com isso, quem deve acabar assumindo a cadeira é Antônio Elinaldo (DEM), atual vereador de Camaçari.

O APOIO DO PMDB

Em artigo publicado no site do jornal Diário Bahia, o comentarista político Marco Wense põe em dúvida a afirmação do ex-presidente do PMDB de Itabuna, Renato Costa, de que o partido poderá ter candidato próprio no município em 2016.

Para Wense, é líquido e certo que os peemedebistas apoiarão o deputado estadual Augusto Castro (PSDB), candidatíssimo a prefeito.

Outros partidos que o comentarista dá como certo na aliança em torno do tucano são DEM, PPS, PV e PDT.

FOGO DE PALHA

Michel Temer e Eduardo Cunha

Como impulso, a tese do impeachment da presidente Dilma Rousseff arrebatou corações indignados. Mas não sobrevive à primeira reflexão séria.

Nas redes sociais, já circulam alertas sobre a cadeia sucessória do Palácio do Planalto. Com uma eventual cassação de Dilma, a presidência ficaria nas mãos do imaculado PMDB.

O primeiro da lista de mandatários substitutos seria o vice Michel Temer, sequenciado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Dada a ignorância, entre os mais empolgados com o impeachment havia quem imaginasse que o poder cairia no colo do tucano Aécio Neves, candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais.

Never!

MAL-ESTAR ENTRE DEM E PMDB DE ITABUNA

renato costaO presidente do PMDB de Itabuna, Renato Costa (foto), não está nada satisfeito com o ex-prefeito Fernando Gomes, que saiu do partido classificando-o como legenda de aluguel.

De retorno acertado para o DEM, Gomes tem o aval da presidente do diretório municipal Maria Alice Pereira para ser o candidato a prefeito em 2016. A presidente teria manifestado sua preferência em reunião no Palace Hotel, na qual os dirigentes locais do DEM, PMDB e PSDB avaliaram o evento da chapa oposicionista realizado em Itabuna no dia 10 de maio.

Segundo o Pimenta, Alice afirmou que, em 2016, “o candidato é Fernando”.

A nota gerou mal-estar no PMDB e o presidente Renato Costa respondeu, afirmando que sequer estava na reunião com Maria Alice. “Em momento algum participei de tal reunião no Palace Hotel”, declarou Renato.

O peemedebista foi além e afirmou que o episódio foi comunicado à direção estadual do PMDB, para que esta se posicione sobre “o ocorrido”. Até lá, o diretório municipal do partido avisa que não participará das atividades da coligação liderada por Paulo Souto.

SEGUNDO BN, SOUTO SERÁ O CANDIDATO DA OPOSIÇÃO

soutoBahia Notícias

O prefeito ACM Neto (DEM) pode adiar mais uma vez o anúncio da chapa das oposições que disputará as eleições estaduais deste ano, previsto para até a próxima sexta-feira (4), embora a cabeça da coligação já esteja definida: o seu correligionário e ex-governador Paulo Souto. Apesar de ainda haver a possibilidade de convocação de coletiva para a confirmação oficial no último dia útil da semana, o Bahia Notícias apurou que o democrata avalia a possibilidade de postergar o evento. A medida seria para ganhar tempo de convencer Geddel Vieira Lima (PMDB) – que perdeu a disputa para Souto, após análise de “critérios objetivos” estabelecidos em pesquisas – a integrar o grupo e aguardar o seu posicionamento.

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